gravidez
No ser humano, a gravidez corresponde ao período de cerca de nove meses de gestação, a contar da fecundação e implantação do ovo. Durante este período, o ovo torna-se um embrião, envolve-se por membranas e alimenta-se à custa da mãe pela placenta até ao nascimento. No terceiro mês o embrião toma o nome de feto. Tem então forma humana, que se completará até ao fim da gravidez.
Uma gravidez extrauterina consiste no desenvolvimento de um ovo fora do útero (trompas, abdómen, etc.) e é causa de perturbações graves e principalmente hemorragias internas. Os sinais precoces de gravidez são a interrupação da menstruação e a alteração da estrutura e da forma dos seios.
O desenvolvimento do ovo inicia-se pela sua divisão em duas células, que por sua vez se continuam a dividir.
Durante os primeiros dois meses a seguir à fecundação, aparece a maior parte dos orgãos, muitos deles com capacidade funcional. Ao fim da oitava semana, o embrião adquire a forma humana. Durante os restantes sete meses no útero, na forma de feto, os orgãos completam o seu crescimento e o feto desenvolve todas as capacidades que lhe irão poder permitir sobreviver fora do útero.
É costume dividir-se os 266 dias de desenvolvimento entre a fecundação e o nascimento em três períodos. As mudanças mais significativas ocorrem nos três primeiros meses.
A divisão do ovo, formação da blástula e implantação, ocorre na primeira semana. Na fase de implantação, o embrião denomina-se blastocisto; a sua parede externa é denominada trofoblasto. O embrião segrega enzimas que permitem a nidação e a formação das membranas embrionárias.
Alguns dias depois da implantação, o embrião inicia a gastrulação. No fim do primeiro mês, o embrião, que não tem mais de meio centímetro de comprimento, começa a formar o sistema nervoso, os pulmões, o fígado e outros orgãos internos. Neste estádio o coração tem quatro cavidades. Os primeiros sinais de olhos e nariz aparecem. É vagamente reconhecível o desenvolvimento dos braços e pernas. Durante o segundo mês, o esqueleto cartilagíneo começa a ossificar.
Desenvolvem-se os hemisférios cerebrais e desenvolvem-se os nervos espinais. A face adquire características humanas. Começam a formar-se os músculos e os dedos das mãos e dos pés tornam-se evidentes. No terceiro mês, o embrião denomina-se feto. Aqui ocorre uma parte decisiva do crescimento e desenvolvimento das estruturas existentes, com exceção das formações genitais que revelam o sexo do feto. Os membros são claramente reconhecíveis, com dedos das mãos e dos pés com unhas. O feto tem movimentos reflexos que não são detetáveis pela mãe.
No fim do segundo trimestre, a maior parte dos sistemas são funcionais e o feto tem algumas hipóteses de sobreviver se o nascimento ocorrer antes do sétimo mês.
Nos últimos três meses, o feto aumenta o seu peso cerca de 500 a 600 por cento. O cérebro e o sistema nervoso periférico crescem a uma taxa especialmente rápida. No fim deste período, o feto é capaz de regular a sua temperatura. Nos rapazes, os testículos descem para o escroto. Muitos fetos mudam de posição no útero, alinhando a cabeça com o canal do nascimento.
Uma gravidez extrauterina consiste no desenvolvimento de um ovo fora do útero (trompas, abdómen, etc.) e é causa de perturbações graves e principalmente hemorragias internas. Os sinais precoces de gravidez são a interrupação da menstruação e a alteração da estrutura e da forma dos seios.
O desenvolvimento do ovo inicia-se pela sua divisão em duas células, que por sua vez se continuam a dividir.
É costume dividir-se os 266 dias de desenvolvimento entre a fecundação e o nascimento em três períodos. As mudanças mais significativas ocorrem nos três primeiros meses.
A divisão do ovo, formação da blástula e implantação, ocorre na primeira semana. Na fase de implantação, o embrião denomina-se blastocisto; a sua parede externa é denominada trofoblasto. O embrião segrega enzimas que permitem a nidação e a formação das membranas embrionárias.
Alguns dias depois da implantação, o embrião inicia a gastrulação. No fim do primeiro mês, o embrião, que não tem mais de meio centímetro de comprimento, começa a formar o sistema nervoso, os pulmões, o fígado e outros orgãos internos. Neste estádio o coração tem quatro cavidades. Os primeiros sinais de olhos e nariz aparecem. É vagamente reconhecível o desenvolvimento dos braços e pernas. Durante o segundo mês, o esqueleto cartilagíneo começa a ossificar.
Desenvolvem-se os hemisférios cerebrais e desenvolvem-se os nervos espinais. A face adquire características humanas. Começam a formar-se os músculos e os dedos das mãos e dos pés tornam-se evidentes. No terceiro mês, o embrião denomina-se feto. Aqui ocorre uma parte decisiva do crescimento e desenvolvimento das estruturas existentes, com exceção das formações genitais que revelam o sexo do feto. Os membros são claramente reconhecíveis, com dedos das mãos e dos pés com unhas. O feto tem movimentos reflexos que não são detetáveis pela mãe.
No fim do segundo trimestre, a maior parte dos sistemas são funcionais e o feto tem algumas hipóteses de sobreviver se o nascimento ocorrer antes do sétimo mês.
Nos últimos três meses, o feto aumenta o seu peso cerca de 500 a 600 por cento. O cérebro e o sistema nervoso periférico crescem a uma taxa especialmente rápida. No fim deste período, o feto é capaz de regular a sua temperatura. Nos rapazes, os testículos descem para o escroto. Muitos fetos mudam de posição no útero, alinhando a cabeça com o canal do nascimento.
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Como referenciar
gravidez na Infopédia [em linha]. Porto Editora. Disponível em https://www.infopedia.ptartigos/$gravidez [visualizado em 2026-06-13 06:19:14].
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