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Hugo Grotius

Jurista de naturalidade holandesa, também conhecido como Hugo Grócio ou Huig de Groot, nascido a 10 de abril de 1583, em Delft, e falecido a 28 de agosto de 1645, na sequência de um naufrágio em Rostock. Começou a estudar Direito em Leiden, no ano de 1594, e, quatro anos depois, doutorou-se em Orleans. Em 1599 instalou-se em Haia, exercendo a profissão de jurista. Entretanto escreveu De republica emendanda (1601), Parallelon rerumpublicarum (1602), De antiquitate reipublicae Batavicae (1610), Ordinum pietas (1613) e Defensio fidei catholicae de satisfactione (1617), até ter sido preso por razões políticas: apoiou o seu amigo Johan van Oldenbarnevelt contra Maurício de Nassau. Oldenbarnevelt foi morto mas Grotius conseguiu fugir dentro de uma arca de livros para Paris, onde se estabeleceu como escritor e recebeu uma pensão.
Destacou-se no âmbito do Direito Internacional (escreveu sobre este tema De iure belli ac pacis, publicado em 1625) e defendia que este, derivado do direito natural, estava condicionado pela existência de Deus. A partir de 1634 e até 1644 tornou-se embaixador da Suécia em Paris.
Outras obras da sua autoria são De fato (1648), Via ad pacem ecclesiasticam (1642), De veritate religionis Christianiae (1627), Annales et historiae de rebus Belgicis (1657), Mare liberum (1606) e Inleydinge tot de Hollantsche rechtsgeleertheit (1631).
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