Igreja Matriz de S. Bartolomeu de Messines
Fundada durante o reinado de D. Manuel I, a Igreja Matriz de S. Bartolomeu de Messines seria profundamente remodelada em sucessivas campanhas de obras efetuadas entre 1713-1716 e os anos de 1778 a 1782. O resultado destas intervenções foi um nítido contraste entre o seu exterior barroco e parte do espaço interno original.
Aberta para um pequeno adro, a fachada é delimitada por dois cunhais de grés vermelho, rematados por pináculos alteados. O centro do pano caiado é rasgado por um portal de linhas barrocas, composto por duas colunas torsas, forte entablamento ressaltado e moldurado, com pináculos, sobre o qual se abre janelão delimitado por pilastras caneladas com mísulas e molduradas por volutas, encimado por frontão interrompido. A ambos os lados do portal estão duas janelas retangulares de moldura em grés vermelho, enquanto a empena da igreja é estabelecida por linhas contracurvadas, terminada por remate triangular e encimada por uma cruz latina em ferro. Mais recuada encontra-se a torre sineira de linhas barrocas e coberta por uma cúpula simples.
O interior apresenta um corpo repartido em três naves, ritmadas por arcaria repousando sobre colunas torsas em grés vermelho e que sustentam a cobertura em madeira apainelada, no centro do qual está uma simbólica pintura do Espírito Santo. De grandes proporções é o púlpito em mármore, mostrando um notável jogo barroco entre o cromatismo e as formas geométricas do mesmo. No lado da Epístola sobressai uma capela manuelina, a do Santíssimo Sacramento, coberta por uma abóbada artesoada de nervuras que repousam em mísulas e cujo florão central ostenta a Cruz de Cristo. Outra capela, dedicada às Almas, é revestida com belos azulejos setecentistas.
Na capela-mor sobressai um retábulo rocaille de grande envergadura, com a tribuna pronunciada e preenchida por um trono eucarístico, estando esta estrutura retabular assinalada com a data de 1788.
Esta igreja algarvia está classificada desde 1955 como Imóvel de Interesse Público (I.I.P.).
Aberta para um pequeno adro, a fachada é delimitada por dois cunhais de grés vermelho, rematados por pináculos alteados. O centro do pano caiado é rasgado por um portal de linhas barrocas, composto por duas colunas torsas, forte entablamento ressaltado e moldurado, com pináculos, sobre o qual se abre janelão delimitado por pilastras caneladas com mísulas e molduradas por volutas, encimado por frontão interrompido. A ambos os lados do portal estão duas janelas retangulares de moldura em grés vermelho, enquanto a empena da igreja é estabelecida por linhas contracurvadas, terminada por remate triangular e encimada por uma cruz latina em ferro. Mais recuada encontra-se a torre sineira de linhas barrocas e coberta por uma cúpula simples.
O interior apresenta um corpo repartido em três naves, ritmadas por arcaria repousando sobre colunas torsas em grés vermelho e que sustentam a cobertura em madeira apainelada, no centro do qual está uma simbólica pintura do Espírito Santo. De grandes proporções é o púlpito em mármore, mostrando um notável jogo barroco entre o cromatismo e as formas geométricas do mesmo. No lado da Epístola sobressai uma capela manuelina, a do Santíssimo Sacramento, coberta por uma abóbada artesoada de nervuras que repousam em mísulas e cujo florão central ostenta a Cruz de Cristo. Outra capela, dedicada às Almas, é revestida com belos azulejos setecentistas.
Na capela-mor sobressai um retábulo rocaille de grande envergadura, com a tribuna pronunciada e preenchida por um trono eucarístico, estando esta estrutura retabular assinalada com a data de 1788.
Esta igreja algarvia está classificada desde 1955 como Imóvel de Interesse Público (I.I.P.).
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Como referenciar
Igreja Matriz de S. Bartolomeu de Messines na Infopédia [em linha]. Porto Editora. Disponível em https://www.infopedia.ptartigos/$igreja-matriz-de-s.-bartolomeu-de-messines [visualizado em 2026-08-09 12:04:40].
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