Mário de Carvalho
Escritor, advogado e jornalista nascido em 1944, em Lisboa. Formou-se em Direito (1969) na Universidade de Lisboa, em 1969, e depois foi viver para a Suécia, até ao seu regresso em 1974.
Foi colaborador do
Diário de Notícias e revelou-se como ficcionista em 1981 com
Contos da Sétima Esfera (1981), a que se seguiram, entre outras obras, a que se seguiu
Os Casos do Beco da Sardinheiras (1981) e
O Livro Grande de Tebas, Navio e Mariana (1982), que recebeu o Prémio Cidade de Lisboa. O livro apresenta um relato fantástico e estrambólico, em que a realidade fantástica se torna mais convincente do que a verdadeira realidade.
Ocupando um lugar original nas opções da narrativa contemporânea, a sua ficção combina frequentemente a inspiração histórica com o insólito.
Outras das suas publicações são
Paixão do Conde de Fróis, que recebeu o prémio Dom Dinis em 1986,
Os Alferes (1989),
Quatrocentos Mil Sestércios (1991), que recebeu o Grande Prémio do Conto da Associação Portuguesa de Escritores,
Um Deus Passeando pela Brisa da Tarde (1994), que foi galardoado com o Grande Prémio do Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores e o prémio literário italiano Giuseppe Acerbi (2007), entre outros,
Era Bom que Trocássemos Umas Ideias sobre o Assunto (1995) e
Fantasia para Dois Coronéis e uma Piscina (2003).