Musa Alentejana
Volume de poesias caracterizado pelo lirismo bucólico e pitoresco de inspiração neorromântica, perpassado pela presença da paisagem física e humana do Alentejo ("Canções das rosas", "Ao rebentar das seivas", "As mondadeiras", "Moças de Bencatel", "O senhor morgado", "A cruz de trovisco", "Tragédia rústica", "Benvinda"). A nostalgia do espaço mítico da infância (expressa logo no poema de abertura, "A sesta"), conducente à melancolia do sujeito poético ("Há que tempo que isto foi! Os anos passam/ E a gente muda tanto!/ Nos turbilhões desta contínua lida/ Fica-nos muitas vezes esquecida/ Qualquer bela impressão da nossa vida,/ Como uma flor que nos caísse a um canto!", em "A velha canção"), relaciona-se com a evocação da figura materna (em "A santa Cruz") e com o apregoar do ideal de regresso às origens (em "Salada primitiva", "Íntima paz", "A ceia").
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Poemas Portugueses. Contos e ApoteosesVolume de poesias dedicado a Pinheiro Chagas. No prólogo, o autor, Luís Osório, chama a atenção para
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Os Falsos ApóstolosPoema de Guilherme Braga dedicado "ao enérgico e temido adversário da reação ultramontana em Portuga
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Ombro, Arma!A novela Ombro, Arma!, que dá título a esta coletânea de contos, tem como objeto a resistência a uma
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ApariçõesColetânea de poesias de Guilherme de Azevedo, publicada em 1867, que reúne em volume as primeiras pr
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Nova Floresta ou Silva de Vários Apotegmas e Ditos Sentenciosos, Espirituais e MoraisEsta obra foi dedicada e oferecida à Soberana Mãe da Divina Graça, Maria Santíssima, Senhora Nossa.
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