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Nuno Rogeiro

Jornalista e comentador televisivo, Nuno Rogeiro estudou no Liceu Pedro Nunes, ingressando depois na Faculdade de Direito da Universidade Clássica de Lisboa. Posteriormente, esteve ligado ao aparecimento do curso de Relações Internacionais da Universidade Lusíada, onde lecionou. Esteve ainda envolvido no lançamento do primeiro curso de Ciência Política em Portugal, no IEP (Instituto de Estudos Políticos).
Paralelamente à docência, sempre na Lusíada, Nuno Rogeiro dedicou-se também à escrita em diversos jornais, tendo começado por O Dia. Colaborou ainda em A Rua e depois foi editor internacional em O Século, correspondente de O Diabo e de O Dia nos Estados Unidos da América e chefe de redação e diretor-adjunto de O Diabo. A nível de colaborações foi colunista no semanário O Independente e na revista mensal K, em ambos os casos na década de 90. Também passou pela rádio, através da TSF e da Rádio Comercial. Mas foi graças à televisão que Nuno Rogeiro se tornou uma personalidade conhecida de muitos portugueses, notabilizando-se como comentador de assuntos internacionais, nomeadamente relacionados com conflitos bélicos. Nuno Rogeiro começou a trabalhar na Radiotelevisão Portuguesa em 1989, a convite de José Eduardo Moniz, que na altura dirigia o canal estatal de televisão. As suas intervenções televisivas aconteciam, nomeadamente, durante a programação da manhã, onde debatia os acontecimentos previstos para o dia.
Assim, quando começou a Guerra do Golfo, em 1991, foi chamado de urgência aos estúdios da RTP para colaborar como comentador. Acabou por aparecer diariamente durante todo o conflito no Golfo.
Em 1992, lançou o livro Política da coleção "O que é", da editora Quimera, que foi relançado dez anos depois, tendo sido atualizado com mais 50 páginas. A 20 de março de 2003, quando começou a Guerra no Iraque, Nuno Rogeiro apareceu de surpresa como comentador do canal privado SIC, depois de sempre ter mantido uma ligação à RTP. Na sua primeira intervenção o comentador apareceu com miniaturas de barcos e aviões para demonstrar como decorriam as operações bélicas, ao invés de recorrer a meios informáticos como já era habitual em qualquer canal televisivo. Mais uma vez, foi uma presença diária na televisão portuguesa.
Logo a seguir aos atentados do 11 de setembro nos Estados Unidos da América, Nuno Rogeiro decidiu começar a escrever o livro O Inimigo Público - Carl Schmitt, Bin Laden e o Terrorismo Pós-Moderno, que reúne um conjunto de ensaios sobre os poderes contemporâneos e que foi lançado em maio de 2003.
Nuno Rogeiro é frequentemente convidado para participar em conferências e em debates televisivos como especialista em assuntos internacionais.

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