Arthur Rubinstein

Pianista polaco, considerado um dos melhores intérpretes do século XX, Rubinstein nasceu em 1887, em Lodz, e morreu em 1982, em Genebra, na Suíça.
Começou a estudar piano com apenas três anos de idade e, aos oito anos, ingressou no Conservatório de Varsóvia. Um ano depois tornou-se aluno de Heinrich Barth, em Berlim. Aos treze anos, fez a sua estreia europeia, em Berlim e, em 1906, foi acompanhado pela Philadelphia Orchestra, no Carnegie Hall, nos Estados Unidos da América, onde obteve um enorme sucesso. Em 1916, causou uma grande sensação em Espanha, quando apresentou trabalhos de Manuel de Falla e de Enrique Granados. Durante a década de 1920, afirmou uma reputação cosmopolita.
O resto da carreira de Rubinstein foi marcado por um crescente renome artístico, através de um vasto repertório que incluía composições de Beethoven, Mozart, Albéniz, Ravel, Stravinsky e Chopin. Ficou conhecido como um espirituoso extrovertido e como um irresistível contador de anedotas, mas, acima de tudo, foi um músico sério. Fez mais de duzentas gravações e, em 1976, foi premiado com a Medalha da Liberdade do Estados Unidos.
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