auto de enredo

Forma mais desenvolvida da farsa vicentina, com princípio, meio e fim. Autos em que a história corre em diálogos e ações que se sucedem sem transição, assemelhando-se a contos dialogados no palco, sem qualquer tipo de preocupação de unidade de tempo e sem qualquer divisão de atos a marcar a descontinuidade dos tempos.
Exemplos:
- Farsa de Inês Pereira;
- Amadis de Gaula.
Como referenciar: Porto Editora – auto de enredo na Infopédia [em linha]. Porto: Porto Editora. [consult. 2021-07-30 18:37:40]. Disponível em