bronze

Dá-se a designação de bronze a todas as ligas de cobre com outros elementos. Uma vez que o estanho por efeito de liga aumenta a dureza e a resistência mecânica como nenhum outro elemento, predominam os bronzes de estanho.
O bronze para laminagem contém até 10% de estanho e o bronze para fundição até 20% de estanho. Se ao banho líquido se adicionar fósforo para desoxidar, obtém-se o bronze fosforoso.
Os bronzes de estanho permitem fabricar, por laminagem e forjagem, chapas, barras e tubos e fundir peças e esculturas de forma variada.
O bronze de estanho (isto é, com 5-7% de estanho) é resistente à água salgada. Se se lhe adicionar zinco, obtém-se o bronze para máquinas, que se utiliza no fabrico de chumaceiras e acessórios.
As ligas de cobre com outros elementos recebem a designação genérica de bronzes especiais.
Os mais usados são os bronzes de alumínio e de manganés que, pela sua resistência ao calor e à corrosão, se utilizam em instalações de decapagem, tubagens para ácidos, válvulas, bombas e peças de maquinaria resistentes à água salgada e ao calor.
O bronze de prata, com 2-6% de prata e até cerca de 1,5% de cádmio, utiliza-se no fabrico de peças para válvulas de rádio e elétrodos de soldadura por resistência e soldadura por pontos.
A arte de trabalhar o bronze já data do 4.º milénio antes de Cristo, realizada pelas culturas mesopotâmicas e do Próximo Oriente que, juntamente com a egípcia e a cretense, desenvolveram técnicas de fundição do bronze.
Em Portugal existem algumas estações arqueológicas importantes que atestam a expansão das culturas da Idade do Bronze no Ocidente peninsular, de que se podem realçar as cistas de tipo argárico do Alentejo e Algarve (Atalaia e Castro Marim) e algumas outras jazidas do bronze antigo no Centro e Norte do País.Dá-se a designação de bronze a todas as ligas de cobre com outros elementos. Uma vez que o estanho por efeito de liga aumenta a dureza e a resistência mecânica como nenhum outro elemento, predominam os bronzes de estanho.
O bronze para laminagem contém até 10% de estanho e o bronze para fundição até 20% de estanho. Se ao banho líquido se adicionar fósforo para desoxidar, obtém-se o bronze fosforoso.
Os bronzes de estanho permitem fabricar, por laminagem e forjagem, chapas, barras e tubos e fundir peças e esculturas de forma variada.
O bronze de estanho (isto é, com 5-7% de estanho) é resistente à água salgada. Se se lhe adicionar zinco, obtém-se o bronze para máquinas, que se utiliza no fabrico de chumaceiras e acessórios.
As ligas de cobre com outros elementos recebem a designação genérica de bronzes especiais.
Os mais usados são os bronzes de alumínio e de manganés que, pela sua resistência ao calor e à corrosão, se utilizam em instalações de decapagem, tubagens para ácidos, válvulas, bombas e peças de maquinaria resistentes à água salgada e ao calor.
O bronze de prata, com 2-6% de prata e até cerca de 1,5% de cádmio, utiliza-se no fabrico de peças para válvulas de rádio e elétrodos de soldadura por resistência e soldadura por pontos.
A arte de trabalhar o bronze já data do 4.º milénio antes de Cristo, realizada pelas culturas mesopotâmicas e do Próximo Oriente que, juntamente com a egípcia e a cretense, desenvolveram técnicas de fundição do bronze.
Em Portugal existem algumas estações arqueológicas importantes que atestam a expansão das culturas da Idade do Bronze no Ocidente peninsular, de que se podem realçar as cistas de tipo argárico do Alentejo e Algarve (Atalaia e Castro Marim) e algumas outras jazidas do bronze antigo no Centro e Norte do País.
Como referenciar: Porto Editora – bronze na Infopédia [em linha]. Porto: Porto Editora. [consult. 2021-12-05 18:12:28]. Disponível em