Civilização da Babilónia

Esta civilização desenvolveu-se desde o século XVI a. C. até ao século VI d. C. e assemelhou-se à Civilização Suméria, que a precedeu. Tinha um carácter urbano, apesar de se basear mais numa estrutura agrícola do que nas manufaturas. O país era constituído por cerca de doze cidades, rodeadas por vilas.
Um monarca do tipo absolutista governava este Império, apoiando-se num vasto conjunto de colaboradores, governadores, administradores, conselheiros e os anciãos das cidades, encarregues de gerir a administração local. A Babilónia alterou a sua herança suméria, moldando-a e adaptando-a à sua cultura, e chegou a influenciar povos vizinhos, como o reino da Assíria.
Hoje são conhecidos alguns documentos da literatura da Babilónia graças ao trabalho dos arqueólogos levado a cabo nos antigos domínios deste Império. O mais conhecido destes documentos é o Código de Hamurábi, datado do século XVIII a. C., que em conjunto com outros documentos permite que os estudiosos nos deem algumas informações acerca da vida social, económica e cultural do Império da Babilónia.
A sociedade da Babilónia parece ter sido constituída por três classes de indivíduos: as pessoas livres da classe alta (awilu), os escravos recrutados entre os prisioneiros de guerra (wardu) e os indivíduos livres de estatuto inferior (mushkenu).
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