claustrofobia

A claustrofobia caracteriza-se por uma aversão e um medo irracional, desproporcional e persistente de estar ou passar em lugares fechados ou de tamanho reduzido. É talvez a fobia mais conhecida e falada entre todos os tipos de fobia existentes. Esta fobia conduz a uma angústia enorme que o indivíduo sente em lugares fechados. Segundo a psicologia junguiana, o medo aterrorizante que domina a pessoa que se sente fechada pode levá-la a cometer os atos mais alucinantes. Várias investigações provam que está relacionado com a altura do nascimento, confundindo-se então com a angústia do bebé ao passar por um canal tão estreito e o desejo irreprimível de voltar à segurança do ventre materno. Esta ambivalência agrava a fobia. Se posteriormente a formação e o desabrochar do Ser for de descontração e de libertação, esta fobia dilui-se.
Na verdade, a claustrofobia está associada basicamente ao fenómeno do nascimento que causas posteriores, num processo neurótico, e por ab-reação psicológica, levam o indivíduo a potenciar esta vivência claustrofóbica. Esta fobia de pavor angustiante também se pode manifestar nas multidões, como por exemplo num meio de transporte cheio de pessoas, onde o claustrofóbico se sente apavoradamente aprisionado.
O tratamento mais indicado é a terapia comportamental, com uso de técnicas como a dessensibilização, associadas a técnicas de relaxamento.

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