Destruição do Império Asteca

No começo do século XVI, o Império asteca estava perfeitamente estruturado. A zona hoje ocupada pelo México surgia como símbolo do seu poderio territorial; a sua população oscilava entre os 50 e os 60 mil habitantes. Eram um povo condenado à guerra pela sua religião; por esse facto, era odiado pelos vencidos e pelos vizinhos.
Por essa altura, os espanhóis já tinham chegado. Colombo havia explorado as costas da Espanhola (Haiti), algumas ilhas e tocado terra firme em diversos pontos. Cuba, pacificada por Diego Velásquez, tornou-se em 1514 a base de empreendimentos contra o continente. Em 1519, uma expedição formada por 40 homens, 16 cavalos e 10 canhões foi confiada a Fernando Cortés. O chefe asteca Montezuma hesitou vendo chegar Cortés, pensando que ele seria o deus Quetzalcoatl cuja tradição afirmava que viria um dia do mar do Leste. Quando chegou ao México (1519), sem dar um tiro, foi tratado como um grande senhor. Proibiu sacrifícios humanos, mandou destruir os ídolos e apoderou-se da cidade de Montezuma. Os tesouros foram objeto de pilhagem; a quinta parte (quinto) reservava-se ao rei de Castela. Tendo eclodido uma guerra sangrenta, foi necessário um cerco em regra para retomar a cidade. Cortés, entretanto nomeado capitão da Nova Espanha, empreendeu no mesmo instante a exploração e a organização da nova província. Desaparecia o modo de vida asteca e os espanhóis eram os novos senhores da terra.
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