Diogo de Macedo

Escultor, crítico e historiador de arte português nascido a 22 de novembro de 1889, em Vila Nova de Gaia, e falecido a 19 de fevereiro de 1959, em Lisboa.
Fez o curso da Academia Portuense de Belas-Artes, onde foi discípulo de Teixeira Lopes, e, entre 1911 e 1926, passou várias temporadas em Paris, na França, tendo frequentado o atelier do escultor Antoine Bourdelle. A partir de 1926, instalou-se definitivamente no Porto, onde, entre 1927 e 1932, no seu estúdio, esculpiu os bustos de Antero de Quental, Sara Afonso, António Boto e Mário Eloy. Mais tarde, entre 1940 e 1942, fez as estátuas para a Fonte Monumental da Alameda, em Lisboa.
A obra de Macedo passou pelos géneros modernista, expressionista, bourdeliano, clássico e naturalista. Este artista foi também ilustrador de diversas publicações, nomeadamente as revistas Contemporânea e Ocidente e o Jornal Diário de Lisboa.
Em 1944, foi nomeado diretor do Museu Nacional de Arte Contemporânea, cargo que exerceu até à data da sua morte.
Como referenciar: Diogo de Macedo in Artigos de apoio Infopédia [em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2018. [consult. 2018-12-14 09:32:20]. Disponível na Internet: