Emiliano Perneta

Poeta brasileiro, Emiliano Perneta, nascido a 3 de janeiro de 1866, em Curitiba, no Paraná, e falecido no mesmo local, a 19 de janeiro de 1921, é considerado um dos grandes nomes do simbolismo do Brasil.
Com 17 anos, publicou os seus primeiros poemas em O Díluculo, de Curitiba. Dois anos mais tarde Emiliano Perneta mudou-se para São Paulo, onde, em 1988, foi um dos fundadores da Folha Literária. Ainda nesse ano, publicou as obras poéticas parnasianas Músicas, assim como Carta à Condessa d'Eu. Paralelamente, dirigiu a Vida Semanária e colaborou no Diário Popular e na Gazeta de São Paulo.
Em 1889, fez o bacharelato em Direito e foi viver para o Rio de Janeiro no ano seguinte. Aí continuou a colaborar na imprensa, nomeadamente em a Folha Popular, onde surgiram as primeiras manifestações do simbolismo, movimento literário ao qual viria a ficar ligado. Emiliano Perneta regressou ao Paraná, onde fundou a revista Victrix, em 1902.
Lançou as obras poéticas Ilusão, em 1911, Papilio Innocentia (destinada a uma ópera), em 1913, e Pena de Tailão, em 1914).
Após a sua morte, em 1921, foram ainda lançados os inéditos setembro e Poesias Completas.
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