fréon

No final do século XIX, as câmaras frigoríficas usavam gases muito tóxicos, como o amoníaco (NH3) e o dióxido de enxofre (SO2), como refrigeradores. Até aos anos 20 do século XX ocorrem diversos acidentes fatais resultantes de fugas, fazendo com que as pessoas não tivessem os frigoríficos dentro de casa, colocando-os nos jardins.
Desta forma, os construtores de frigoríficos associaram-se com o objetivo de descobrir um método menos perigoso de refrigeração. Em 1928 Thomas Midgley inventou um composto que denominou de fréon. O fréon representa vários clorofluorocarbonetos (CFC) usados no comércio e na indústria, não possuindo cor, odor, nem sendo combustíveis, nem corrosíveis.
A partir de 1930 a General Motors e a Dupont formaram uma parceria para a produção de fréon. Em 1935 já se tinham vendido 8 milhões de frigoríficos nos Estados Unidos da América.
Décadas depois chegou-se à conclusão que os CFC colocavam em risco a camada de ozono, alterando o clima da Terra.
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