James Stirling
Arquiteto inglês, James Frazer Stirling nasceu a 22 de abril de 1926, em Glasgow. No ano seguinte a sua família instala-se em Liverpool, onde Stirling estuda até concluir o curso de arquitetura na Universidade de Liverpool em 1950. Entre 1950 e 1952 completa a sua formação académica em Londres, frequentando a School of Town Planning and Regional Research.
Em 1953 trabalha para a empresa Lyons, Israel and Ellis, onde foi colega do arquiteto James Gowan. Juntos fundam um atelier próprio e realizam, em parceria, um conjunto de trabalhos de grande qualidade, até à dissolução da sociedade em 1963.
A partir de 1963 Stirling passa a dirigir sozinho o seu gabinete e projeta uma série de equipamentos escolares, como o edifício de história para a Universidade de Cambridge (1964-1967) e a residência de estudantes de St. Andrews (1964-1968). Realiza, entre 1967 e 1976 um complexo de alojamentos coletivos para a Cidade Nova de Runcorn. Em 1971 estabelece nova sociedade, desta vez com o arquiteto Michael Wilford, doze anos mais novo, formado em Londres pela Northern Polytechnic School of Architecture (1962). Um dos primeiros projetos que realizaram juntos foi a sede da Olivetti em Milton Keynes.
A dificuldade em encontrar trabalho em Inglaterra obriga-os a participar em inúmeros concursos de arquitetura em outros países da Europa e nos Estados Unidos da América. Destes tornou-se paradigmática a ampliação da Staatsgalerie e o Krammertheater (1977-1984) em Estugarda e o Performing Arts Center (1983-1988) da Cornell University em Nova Iorque.
Nos inícios da década de oitenta Stirling recebe finalmente a encomenda de um projeto para Inglaterra, a ampliação da Tate Galery de Londres (realizada entre 1980 e 1985). Stirling tornou-se famoso pela constante reinvenção linguística e o recurso a fontes históricas, associadas a elementos da cultura popular. O classicismo lúdico da sua arquitetura marca um dos caminhos da arquitetura na segunda metade do século e transforma o seu autor num dos mais influentes arquitetos pós-modernos.
Exerceu atividade letiva na Architectural Association de Londres, na Escola de Arquitetura de Yale (1961) e em Düsseldorf (1977). Recebeu distinções em numerosos países, como o Prémio Alvar Aalto de 1977, a Royal Gold Medal for Architecture de 1980, o Pritzker Prize de 1985 e a medalha Thomas Jefferson 1986. Foi membro honorário da Akademie der Kunst de Berlim (desde 1969) e membro da Academia de Artes de Florença (desde 1979). Em 1991 foi distinguido cavaleiro pela Rainha.
Stirling morreu em Londres no dia 25 de junho de 1992.
Em 1953 trabalha para a empresa Lyons, Israel and Ellis, onde foi colega do arquiteto James Gowan. Juntos fundam um atelier próprio e realizam, em parceria, um conjunto de trabalhos de grande qualidade, até à dissolução da sociedade em 1963.
A partir de 1963 Stirling passa a dirigir sozinho o seu gabinete e projeta uma série de equipamentos escolares, como o edifício de história para a Universidade de Cambridge (1964-1967) e a residência de estudantes de St. Andrews (1964-1968). Realiza, entre 1967 e 1976 um complexo de alojamentos coletivos para a Cidade Nova de Runcorn. Em 1971 estabelece nova sociedade, desta vez com o arquiteto Michael Wilford, doze anos mais novo, formado em Londres pela Northern Polytechnic School of Architecture (1962). Um dos primeiros projetos que realizaram juntos foi a sede da Olivetti em Milton Keynes.
A dificuldade em encontrar trabalho em Inglaterra obriga-os a participar em inúmeros concursos de arquitetura em outros países da Europa e nos Estados Unidos da América. Destes tornou-se paradigmática a ampliação da Staatsgalerie e o Krammertheater (1977-1984) em Estugarda e o Performing Arts Center (1983-1988) da Cornell University em Nova Iorque.
Nos inícios da década de oitenta Stirling recebe finalmente a encomenda de um projeto para Inglaterra, a ampliação da Tate Galery de Londres (realizada entre 1980 e 1985). Stirling tornou-se famoso pela constante reinvenção linguística e o recurso a fontes históricas, associadas a elementos da cultura popular. O classicismo lúdico da sua arquitetura marca um dos caminhos da arquitetura na segunda metade do século e transforma o seu autor num dos mais influentes arquitetos pós-modernos.
Exerceu atividade letiva na Architectural Association de Londres, na Escola de Arquitetura de Yale (1961) e em Düsseldorf (1977). Recebeu distinções em numerosos países, como o Prémio Alvar Aalto de 1977, a Royal Gold Medal for Architecture de 1980, o Pritzker Prize de 1985 e a medalha Thomas Jefferson 1986. Foi membro honorário da Akademie der Kunst de Berlim (desde 1969) e membro da Academia de Artes de Florença (desde 1979). Em 1991 foi distinguido cavaleiro pela Rainha.
Stirling morreu em Londres no dia 25 de junho de 1992.
Como referenciar:
James Stirling in Artigos de apoio Infopédia [em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2019. [consult. 2019-09-28 19:03:03]. Disponível na Internet:
