João Zorro

De naturalidade e dados biográficos incertos, regista atividade poética talvez no terceiro quartel do século XIII, na corte de D. Dinis. Presente nos cancioneiros da Biblioteca Nacional e da Vaticana com dez cantigas de amigo e uma cantiga de amor, cantigas de refrão na sua quase totalidade. Da sua produção poética, que integra composições mais próximas do lirismo tradicional do que do lirismo provençal, saliente-se a bailada Baylemos agora, por Deus, ay velidas, (CV 761), que inspirará Airas Nunes na cantiga Baylemos nós já todas tres, ay amigas (CV 462).
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