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Poemeto composto e recitado por ocasião da inauguração do monumento a Camões na cidade de Coimbra, no quadro das comemorações nacionais do terceiro centenário da morte do autor de Os Lusíadas. Em versos alexandrinos, numa toada épica, o autor combina a noção de progresso com o nacionalismo visionário, pautado no culto messiânico de Camões e da "velha Alma Portuguesa, heroica e mística".
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