O Fio ou As Doze chávenas de porcelana chinesa da dinastia dos ""Ming""

Obra de Prista Monteiro, publicada em 1980.
Uma chávena partida acidentalmente, pertencente a um conjunto de doze chávenas de valor incalculável que o pai recebera de herança, é o acidente que cortará irreversivelmente a ordem e a estabilidade psíquica de uma pequena família burguesa, lançando-a num doloroso processo, repleto de atos justificados pelo desejo de restabelecer uma harmonia perdida (arranjar dinheiro para comprar uma chávena ou roubá-la), pelo qual cada personagem acompanha a passagem do cosmos aos caos, da ordem à desordem.
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