Steinbroken

Personagem do romance Os Maias, de Eça de Queirós, Steinbroken é apresentado como um conde, diplomata e ministro da Finlândia. Torna-se amigo de Afonso da Maia e íntimo do Ramalhete depois de pretender alugar umas cocheiras e de as ter recebido como oferta. É Carlos que explica que Steinbroken queria "alugar umas cocheiras e complicou essa simples transação com tantas finuras diplomáticas, tantos documentos, tantas coisas com o selo real da Finlândia, que o pobre Vilaça, aturdido, para se desembaraçar, remeteu-o ao avô. O avô, desnorteado também, ofereceu-lhe as cocheiras de graça. Steinbroken considera isso um serviço feito ao rei da Finlândia, à Finlândia".
Steinbroken é um homem "muito fino, um gentleman, entusiasta da Inglaterra, grande entendedor de vinhos, uma autoridade no whist."; era, também especialista em canto, como todos os da sua família, e "levara parte da sua carreira ao piano". No fim da obra, Carlos da Maia é informado por Ega que Steinbroken era agora "Ministro em Atenas", na Grécia.
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