Templo de Amon (Luxor)

Templo implantado na margem do rio Nilo oposta à cidade de Tebas, dedicado ao deus Ámon e a sua mulher Mut, e também ao seu filho Khonsu. Ámon, o Deus Supremo, era considerado pelos egípcios o pai do Faraó, para quem construíam sumptuosos templos imperiais, como este de Luxor. A sua construção foi iniciada em 139 a. C., por Amenófis III, e terminada cerca de um século depois.
A planta que apresenta é a dos templos tardios e o pilão conduz a um pátio acrescentado por Ramsés II, e a partir deste acede-se à sala hipóstila, uma dependência repleta de colunas. Depois desta segue-se um segundo pátio, ao fundo, do qual surge outra sala com colunas.
Para além deste espaço, o templo é constituído por uma sucessão de salas e capelas, que protegem o local mais sagrado, o santuário, que se compõe de um compartimento de forma quadrangular que repousa em quatro colunas.
A rodear todo este vasto espaço, que guarda o templo, muros altos resguardam esta construção do mundo exterior. Os fiéis que visitavam o templo só podiam permanecer nos pátios, onde tinham o privilégio de apreciar o efeito majestoso da floresta de grossas colunas.
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