Theodore Lyman

Theodore Lyman, físico norte-americano, nasceu em Boston nos Estados Unidos a 23 de novembro de 1874 e faleceu em Cambridge, Massachusetts, também nos Estados Unidos, a 11 de outubro de 1954.
Lyman estudou em Harvard, tendo passado brevemente pela Europa onde estudou em Cambridge e Gottingen. Tornou-se professor de Física em Harvard em 1921, tendo aí passado a sua carreira académica.
Foi diretor do Jefferson Physical Laboratory de 1910 a 1947. Lyman iniciou as suas pesquisas estudando o espetro ultravioleta. Descobriu as linhas falsas nos ultravioletas próprios da luz na região do visível, sendo essa descoberta denominada por "fantasmas de Lyman". Estudou também a transparência limite da flurite, bem como a absorção de vários gases.
Em 1914, Lyman estabeleceu a denominada série de Lyman, através da descoberta de uma série de linhas no espetro do átomo de hidrogénio, isto é, estudou as radiações emitidas durante as transições eletrónicas dos eletrões, de qualquer nível atómico até ao estado fundamental.
Em 1920 Lyman começou a estudar os espetros na região ultravioleta do hélio, alumínio, magnésio e néon.
O seu último estudo, publicado em 1935, referia-se à transparência do ar entre os comprimentos de onda de 1,100 Aº a 1,300 Aº.
Lyman foi também um viajante a naturalista. Visitou as montanhas da China e Mongólia de onde trouxe várias espécies desconhecidas de animais, nomeadamente gazelas.

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