transplante

Substituição de um órgão doente por outro saudável. O transplante de órgãos implica a colheita de um órgão de um cadáver ou de um dador vivo e a remoção do órgão danificado. Os transplantes ou transplantações não são atos médicos isentos de risco, devido à possibilidade de rejeição do órgão por parte do sistema imunológico do recetor. A rejeição de um órgão está relacionada com a incompatibilidade, ou seja, com a capacidade do sistema imunológico reconhecer aquele órgão como estranho ao organismo e atuar no sentido da sua destruição. Para contornar este problema são administrados medicamentos que anulam a reação imunológica.
Em Portugal vigora o princípio do consentimento presumido, pelo que todos os cidadãos são possíveis dadores de órgãos, depois de mortos, exceto se, em vida, derem a conhecer que não desejam sê-lo. Na Lei n.º 12/93 de 22 de abril estão definidos todos os aspetos relativos ao transplante de órgãos.
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