Túmulo de Dário

De 550 até às conquistas de Alexandre, o Grande (334-327 a. C.), os Acménidas construíram um grande império sem paralelo no mundo antigo, que se estendia da Lídia, a Oxo (atual Amudária), no Turquestão Ocidental, ao Indo, e ao Nilo, cobrindo o Império Babilónico com anexos sírios, no Mediterrâneo.
Os Acménidas organizaram este conjunto de povos através de uma administração eficaz, próxima de um sistema despótico. Os grandes construtores deste império foram Ciro, Cambises, Dario e Xerxes, que só vão falhar na tentativa de tomar a Grécia, no século V a. C.
Esta civilização legou-nos túmulos, palácios e joias. As suas câmaras funerárias foram erguidas nas planícies arenosas iranianas, para que se mantivessem invioladas, tal como fizeram os Egípcios com os túmulos dos faraós.
Dario, rei dos reis, deu início à construção de Persépolis, para aí receber, sob a égide de Ahura-Mazda (deus criador) as homenagens e tributos dos povos vencidos. A sua obra foi continuada pelo seu filho Xerxes e pelo seu neto Artaxerxes.
Persépolis desaparecerá em 331 a. C. num incêndio ateado por Alexandre Magno, mas ainda se mantêm as ruínas de Persépolis.
Nesta cidade destacava-se o portal dos leões alados, o Apadana, a sala de visitas, a sala das colunas, a sala do trono, o harém, a sala do Tesouro e a área habitacional.
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