Últimas Farpas

Escritos já na fase final da vida de Ramalho (entre 1910 e 1915) e depois de implantada a República, os textos que compõem este volume, e que o próprio autor deixou ordenados para publicação, traduzem a sua visão crítica e desencantada do novo regime político, bem vincada em afirmações como as de que "a recém-nascida República portuguesa empenha-se a dar ao mundo a mais eloquente lição sobre o modo como se não deve educar um povo" ou "a pátria tornou-se comparável a um prédio de que secretamente se houvessem extraído os alicerces". A obra inclui em apêndice o texto "D. Carlos, o martirizado", profundamente revelador da posição de Ramalho relativamente ao regicídio.
Como referenciar: Últimas Farpas in Infopédia [em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2020. [consult. 2020-05-31 01:25:47]. Disponível na Internet: