Zigurate de Ur

A civilização da Babilónia, que se estendeu por cerca de 1200 anos, desde Hammurábi até à conquista dos persas, manteve durante todo este espaço de tempo as suas características essenciais no campo da cultura, da economia e da política. A sua cultura assentou no legado dos sumérios, a base da nova cultura que influenciou o mundo antigo, particularmente os hebreus e os gregos. Na arquitetura o edifício mais significativo, que simboliza a arte desta civilização, é o zigurate.
O Zigurate de Ur apresenta-se como o templo-torre mais bem preservado de todos aqueles que foram construídos pelos mestres da civilização da Mesopotâmia. As suas ruínas representam o Templo de Nanna erguido na cidade de Ur, por vontade do primeiro rei da terceira dinastia, o governante Ur-Nammu, que reinou entre 2113 e 2095 a. C. e pelo seu filho Shulgi, que lhe sucedeu no trono em 2095, e reinou até 2047 a. C..
O Templo de Nanna foi remodelado integralmente com o monarca Nabonidus, no século VI a. C. (556-539), o último rei da Babilónia, antes deste império ser tomado pelos persas.
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