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Alfândega da Fé

Aspetos Geográficos
O concelho de Alfândega da Fé, do distrito de Bragança, está limitado pelos concelhos de Macedo de Cavaleiros a norte, com o qual reparte a centralidade no distrito, Mogadouro a este, a sul por Torre de Moncorvo, a oeste tem Vila Flor e a noroeste Mirandela.
Tem uma área de 321,9 km2 distribuída por 20 freguesias: Agrobom, Alfândega da Fé, Cerejais, Eucísia, Ferradosa, Gebelim, Gouveia, Parada, Pombal, Saldonha, Sambade, Sendim da Ribeira, Sendim da Serra, Soeima, Vale Pereiro, Vales, Valverde, Vilar Chão, Vilarelhos e Vilares de Vilariça.
Brasão do concelho de Alfândega da Fé
Câmara Municipal de Alfândega da Fé
Em 2005, o concelho apresentava uma população de 5746 habitantes.
O natural ou habitante de Alfândega da Fé denomina-se alfandeguense.
O concelho é bastante acidentado, situado na vertente sudeste da serra de Bornes e é atravessado pelos vales do Rio de Zacarias na área central, do rio Bornes no limite com Mogadouro e da ribeira de Vilariça na fronteira Vila Flor.
História e Monumentos
Alfândega (da Fé) é um nome de origem árabe dado à localidade entre os secs VIII e IX. Este povoado primitivo só foi transformado em concelho medieval no sec. XIII por foral de D. Dinis e reconfirmado no sec. XVI por D. Manuel.
Do património arquitetónico do concelho destacam-se os seguintes monumentos: os Castelos de Felgueiras em Agrobom, de Gouveia, de Sendim da Ribeira, de Alfândega da Fé e de Picões (séc. XVIII), em Eucísia; as Igrejas Matriz de Agrobom, Matriz de Sambade (séc. XVIII) e Matriz de Sendim da Ribeira (séc. XVII); as Capelas de Santa Eufémia, de Nossa Senhora de Jerusalém (séc. XIX) em Sendim da Serra, de Santo Antão em Vilarelhos, de São Bernardino em Ferradosa e de São Sebastião (séc. XVIII) em Alfândega da Fé; os Solares do Morgado de Vilarelhos (séc. XVII) e de Santa Justa em Eucísia; os Santuários de Nossa Senhora dos Anúncios em Vilarelhos e do Imaculado Coração de Maria nos Cerejais; o Cruzeiro de Gouveia (séc. XIX); a Torre do Relógio em Alfândega da Fé; os diferentes castros e as pontes medievais.
Tradições, Lendas e Curiosidades
A origem da palavra Alfândega vem do árabe Alfandagua que significa estalagem segura. A palavra Fé surge, segundo a lenda, da libertação das donzelas. Havia naquelas paragens um rei muçulmano que obrigava as pessoas das vilas vizinhas a pagarem, como feudo, umas tantas donzelas. A população do concelho, cansada de tal arrogância, pegou em armas e, conjuntamente com o povo das terras vizinhas, lutou contra o mouro, acabando por matá-lo e aos seus soldados. Assim terminou o tributo e viveram em tranquilidade.
Romarias importantes: Festa do Mártir S. Sebastião, no segundo domingo de agosto, em Gebelim; a Festa de S. Bernardino de Sena, a 9 de setembro, em Sambade; a Festa de Nossa Senhora das Neves, no terceiro domingo de agosto, em Parada; a Festa de Santo Antão da Barca, no primeiro domingo de setembro, em Vilarelhos; a Festa de Nossa Senhora dos Anúncios a 11 e 12 de agosto; e, em Sendim da Serra, a Festa a Nossa Senhora de Jerusalém. Anualmente realiza-se a Festa da Amendoeira em Flor (fevereiro/março) e a Festa da Cereja (primeira quinzena de junho). Tem feiras mensais nos dias 17 e último dia do mês na freguesia da sede do concelho e no primeiro domingo em Sambade.
Tem o feriado municipal a 29 de junho.
No artesanato típico confecionam-se cestas de verga e canastras, trabalhos em couro, trabalhos na forja, colchas de linho e de lã.
Economia
Economicamente é um concelho agrícola, já que o vale em que se encontra situado é muito fértil. É um concelho que se dedica, essencialmente, à produção de amêndoa, cereja, castanha, sobreiro, produtos hortícolas e à criação de gado ovino e caprino. A indústria tem pouca expressão na economia do concelho, prevalecendo as pequenas empresas ligadas à construção civil, ao ramo alimentar e ao ramo da madeira e cortiça. Um ramo económico em desenvolvimento é o do turismo, pois o concelho possui condições para prática da caça, pesca e desportos fluviais.
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Como referenciar
Porto Editora – Alfândega da Fé na Infopédia [em linha]. Porto: Porto Editora. [consult. 2022-06-30 18:19:50]. Disponível em

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