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Anastácia Azevedo

Nascida numa família de classe média-alta de Fortaleza, Anastácia teve uma educação musical de privilégio. Frequentadora do curso de Música da Universidade Estadual do Ceará, em Fortaleza, a cearense viria a atuar pelas primeiras vezes em público nos bares de Fortaleza e suas cercanias, como voz de suporte da estrela local, o cantor Dilson Pinheiro. No seguimento de um convite de um amigo, Anastácia Azevedo e o seu companheiro Zé Eugénio, guitarrista e parceiro nas composições e arranjos, mudar-se-iam para Berlim. Aí, a compositora/cantora viria a concluir o curso de Canto na Escola Superior de Música Hochschule für Musik Hanns Eisler, em Berlim, especializando-se nas vertentes jazz e popular. A dupla iria descobrir uma sonoridade híbrida, influenciada pelo vanguardismo e progressividade típica da cena berlinense, dominada pela eletrónica experimentalista, e conjugada com os ritmos nordestinos do Brasil, festivos e corridos. Assim nasceu o híbrido jazz/funk moderno que, com alguma divulgação no mercado germânico, conduziu aos convites para participar em festivais clássicos da Alemanha, como o Micro-Festival de Dortmund, o Tohuwabohu de Berlim (2000, 2002) e o prestigiado Masala-Weltbeat Festival de Hanôver (2001). Além desses palcos, a presença regular no Quilimbo, centro cultural brasileiro em Berlim, e em palcos famosos da capital alemã, como o Quasimodo (1992) ou a Haus der Kulturen der Welt (1993-1995), centros artísticos da world music na Alemanha, ajudaram a compor o estatuto de estrela crescente de Anastácia Azevedo.
A par da associação com Zé Eugénio, Anastácia Azevedo buscou também a experiência de contactar com outros músicos e estilos musicais, ensaiando a desconstrução dos sons nordestinos do Brasil, mormente a canção baiana, o maracatu e o samba, mantendo o espírito nativo da música. Dessa faceta experimentalista, nasceu o primeiro álbum de Anastácia Azevedo, publicado em 1999. Lumerê Lumerá era um disco tipicamente tropical, coisa a que não seria estranha a falange de músicos brasileiros convidados para as sessões de gravação, mas a que não faltava um toque significativo de modernidade. Esse veio de inovação manteve-se no disco seguinte, Amanaiara (2004). Noutro nível artístico, Anastácia esteve envolvida na criação de um sexteto feminino de vozes que conseguiu algumas atuações esporádicas em palcos alemães e algumas das músicas co-escritas com Zé Eugénio foram utilizadas em filmes europeus.
Discografia
1999, Lumerê Lumerá
2004, Amanaiara
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Como referenciar
Porto Editora – Anastácia Azevedo na Infopédia [em linha]. Porto: Porto Editora. [consult. 2022-11-27 19:32:14]. Disponível em
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