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Arouca

Aspetos Geográficos
O concelho de Arouca, do distrito de Aveiro, localiza-se na Região do Norte (NUT II) e de Entre Douro e Vouga (NUT III), é limitado a norte por Castelo de Paiva e Cinfães (distrito de Viseu), a este por Castro de Aire e S. Pedro do Sul, ambos do distrito de Viseu, a sul por Vale de Cambra e S. Pedro do Sul (distrito de Viseu) e a oeste por Santa Maria da Feira e Oliveira de Azeméis.
Abrange uma área de 328,3 km2, subdividida em 20 freguesias: Albergaria da Serra, Alvarenga, Arouca, Burgo, Cabreiros, Canelas, Chave, Covelo de Paivó, Escariz, Espiunca, Fermedo, Janarde, Mansores, Moldes, Rossas, Santa Eulália, São Miguel do Mato, Tropeço, Urro e Várzea.
Mosteiro de Arouca
Brasão do concelho de Arouca
Moinho de água na serra da Freita, no concelho de Arouca
Serra da Freita, Arouca
Frecha da Mizarela, na serra da Freita, concelho de Arouca
Em 2005, o concelho apresentava 24 038 habitantes.
O natural ou habitante de Arouca denomina-se arouquense ou arouquês.
Está situado numa várzea, numa altitude média de 27 metros, sendo de destaque o monte da Sra. da Mó, com 711 metros de altitude, e a serra da Freita, com uma altitude que ultrapassa os 1000 metros, apresentando vertentes muito abruptas, onde se localizam quedas de água, como a de Mizarela, com 75 metros de altura. No lugar da Castanheira existem as denominadas "pedras parideiras", que constituem um fenómeno de granitização. No concelho passam os rios Arda, Paiva e Caima.
História e Monumentos Vestígios arqueológicos comprovam as ocupações pré-histórica e romana nesta zona. As invasões bárbaras são atestadas pela toponímia de origem germânica (Sá, Alvarenga, Burgo, Escariz, Friães, etc). Mais tarde, as incursões muçulmanas levaram a população cristã de Arouca a refugiar-se em locais de difícil acessibilidade, só regressando com a reconquista cristã (este período é referido na lenda da Senhora da Mó). Contudo, a história de Arouca começou realmente a ter destaque com a fundação (séc. X) e o crescimento do seu mosteiro. Este recebeu Carta de Couto no século XII, revigorando-se a sua importância com o padroado da rainha D. Mafalda, que, além de muitas dádivas ao convento, conseguiu que a comunidade monástica mudasse da Ordem Beneditina para a Ordem de Cister (1226).
Em abril de 1151 D. Afonso Henriques outorgou foral a Arouca; em 1217 D. Afonso II confirmou-o e em 1513 D. Manuel I passou novo foral.
O atual concelho resultou da anexação ao concelho e ao couto de Arouca do concelho de Alvarenga do Burgo e de Fermêdo, e ainda das freguesias de Covêlo, Paivô e Espiunca.
A nível do património monumental há a destacar o mosteiro, que atualmente é uma reconstrução do século XVIII, dentro do qual se pode ver um belo altar-mor em talha dourada e ainda um altar em ébano, prata e cristal que serve de túmulo à Rainha Santa Mafalda. O museu de arte sacra também se encontra no seu interior.
Classificados como "Imóvel de Interesse Público" são a Capela da Misericórdia (séc. XVII) e o Calvário, monumento composto por várias cruzes e um púlpito assentes numa extensa massa de granito, e ainda, o Memorial de Sto. António e a Torre Sineira da Igreja de Urrô. A Torre Medieval do Burgo e a Capela de S. Pedro são exemplares góticos da região. O isolamento em que se encontram muitas aldeias do concelho faz com que se conserve quase intacto muito do seu tipicismo.
Tradições, Lendas e Curiosidades
No que se refere a festas, são realizadas nos dias 7 e 8 de setembro a festa da Sra. da Mó e, também no dia 8 de setembro, a da Sra. do Monte, em Alvarenga.
A nível de feiras são de referência: a de S. Brás, a 3 de fevereiro; a das Colheitas, na última semana de setembro; a de Arouca, nos dias 5 e 20 de cada mês; a de Alvarenga, nos dias 3 e 17 de cada mês e a de Cabeçais, realizada mensalmente, todos os dias 13.
O feriado municipal é a 2 de maio, data que coincide com a festa de Sta. Mafalda. No dia seguinte é a festa das Cruzes, ocorrendo vários romeiros à capela da Sra. da Laje, na serra da Freita.
A nível do artesanato, são de referência os trabalhos de linho, as miniaturas em metal e madeira e os trabalhos de ardósia.
Como curiosidade é de referir a carreira de 17 moinhos de Rodízio, servidos por água em comum, construídos em xisto e cobertos de ardósia.
Economia
A estrutura económica do concelho assenta sobretudo na indústria, nomeadamente têxtil, de vestuário, de calçado, de madeira e de cortiça, que ocupam grande parte da população ativa. A agricultura já teve mais expressão, sendo representada por uma superfície agrícola de pequena dimensão.
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Como referenciar
Porto Editora – Arouca na Infopédia [em linha]. Porto: Porto Editora. [consult. 2022-08-19 13:14:32]. Disponível em

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