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Auto da Alma

Considerado a mais notável produção do ciclo de moralidade e doutrinação religiosa, foi feito em homenagem à rainha D. Leonor e representado (a seu pedido) perante o rei D. Manuel, em Lisboa, nos Paços da Ribeira, em 1518. Todo o drama constitui uma alegoria da luta eterna entre o Mal e o Bem. As personagens que o constituem são: Alma, Anjo Custódio, Igreja, Sto. Agostinho, Sto. Ambrósio, S. Jerónimo, S. Tomás e dois diabos.
O autor mostra-nos a Alma humana, no decurso do seu peregrinar terreno, alternadamente submetida às solicitações do Diabo e do Anjo da Guarda. Assim, a alegoria serve para tratar o tema da redenção. Os textos litúrgicos cantados na última parte do auto confirmam o seu carácter de moralidade.
De acordo com o próprio autor, da mesma forma que são necessárias as estalagens para repouso e refeição dos caminhantes, é necessária a existência de uma estalajadeira para ajudar as almas que caminham desta vida para a outra (a morte) nos momentos de repouso e das refeições. Esta estalajadeira é a Santa Madre Igreja que, auxiliada pelos seus quatro doutores (Sto. Agostinho, Sto. Ambrósio, S. Jerónimo e S. Tomás), serve à mesa as insígnias da paixão de Cristo. Trata-se de uma alegoria da Parábola do Samaritano que nos conta como o mundo é apenas uma passagem para a vida verdadeira e eterna.
A redenção é o principal tema da alegoria <i>Auto da Alma</i>, de Gil Vicente
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Como referenciar
Porto Editora – Auto da Alma na Infopédia [em linha]. Porto: Porto Editora. [consult. 2022-09-27 11:42:17]. Disponível em

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