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Auto da Natural Invenção

Representado na corte de D. João III com grande animação, o Auto da Natural Invenção, de António Ribeiro Chiado, foi censurado pelo Índice Expurgatório de 1624. Dele não há quaisquer referências quanto à data e local de edição.
De acordo com Cleonice Berardinelli e Ronaldo Menegaz, in Teatro de António Ribeiro Chiado, este auto assemelha-se, quanto à estrutura, ao auto do El-Rei Seleuco de Camões, apresentando um auto dentro de outro, "mas, enquanto Camões nos dá uma trama unida em que os fios, necessários e coerentes, se entrecruzam, o Chiado vai, ao sabor da sua natural invenção, trançando os fios e deixando-lhes as pontas soltas, tecendo tiras desconexas, apenas ligadas entre si".
Contendo elementos fundamentais que permitem reconstituir as representações em casas particulares, este auto inicia-se com a preocupação do Dono da Casa, Gomes da Rocha, provocada pelo atraso das figuras que contratou para essa noite. Ao longo da peça intercalam-se as peripécias do Dono da Casa, que se vê envolvido numa discussão entre o Autor e o Representador do "auto", com a representação do próprio "auto". Nos episódios do "auto" representado pelas figuras contratadas pelo Dono da Casa são satirizadas a venalidade de alcaides e meirinhos e a corrupção da justiça, denunciando a facilidade com que juízes, escrivães e procuradores se deixavam subornar.
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Como referenciar
Porto Editora – Auto da Natural Invenção na Infopédia [em linha]. Porto: Porto Editora. [consult. 2022-07-04 13:02:36]. Disponível em

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