Livros & Autores

Baiôa sem data para morrer

Rui Couceiro

O Dicionário das Palavras Perdidas

O Crespos

Adolfo Luxúria Canibal

Bom português

puder ou poder?

ver mais

tras ou traz?

ver mais

a folha foi impressa ou imprimida?

ver mais

desfrutar ou disfrutar?

ver mais

caibo ou cabo?

ver mais

extrema ou estrema?

ver mais

brócolos ou bróculos?

ver mais

Jogo dos erros

Basílica da Estrela

A Real Basílica e Mosteiro do Santíssimo Coração de Jesus, situada em Lisboa no topo da Calçada da Estrela e sob administração das Carmelitas Descalças, materializou-se como ex-voto da Infanta D. Maria (futura rainha D. Maria I), caso esta concebesse um filho varão. Como o desejo se concretizou, a promessa começou a efetivar-se em 1779. De evocação ao Sagrado Coração de Jesus, a Basílica da Estrela foi projetada pelo arquiteto Mateus Vicente de Oliveira, que viria a falecer sem ver a sua obra concluída. Reinaldo Manuel dos Santos substituiu-o e alterou radicalmente a planta inicial.
Num tempo em que a estética "iluminista" de feição clássica se concretizava na Baixa Pombalina de Lisboa, a Basílica da Estrela revelava-se um certo retrocesso no campo da arquitetura, já que adotava soluções anteriores e se inspirava na matriz rocaille.
A Estrela é uma basílica com planta em cruz latina, realizando-se o seu acesso por escadaria de dois lances. A fachada, dividida em dois pisos e sete panos, é ritmada por colunas dóricas, arcos de volta perfeita e nichos com estátuas, sobrepujados por frontões triangulares e mistilíneos. Os três arcos centrais sobressaem e formam uma galilé. Os corpos laterais prolongam-se verticalmente em duas torres sineiras.
Fachada principal e cúpula da Basílica da Estrela
O modelo de inspiração rocaille proposto por Mateus Vicente termina no entablamento que divide os dois pisos da fachada, sendo a parte superior da basílica obra de Reinaldo Manuel. As modificações deste último são extensas e inspiram-se em soluções arquitetónicas com afinidades ao Palácio-Convento de Mafra.
O projeto de frontão contracurvado de Mateus Vicente é substituído pelo frontão triangular de Reinaldo Manuel, com o tímpano e o vão central preenchidos por um baixo-relevo. No prolongamento das colunas são colocadas quatro esculturas de vulto, da autoria de Machado de Castro. As torres também sofrem modificações. Estilizando as formas contracurvadas, a sua cobertura bulbosa surge com uma silhueta mais sóbria. O mesmo sucede à cúpula do cruzeiro, elevando-se a altura do tambor e concebendo um esguio lanternim de linhas contracurvadas, mais leves e de maior graciosidade.
A delicadeza e claridade da talha rocaille predomina no interior unificado da igreja, associando-se ao revestimento multicolor dos mármores. Uma luminosidade intensa adensa a calma atmosfera interior, a partir da luz que provém da cúpula-lanternim do cruzeiro. Com exceção de um quadro retabular, os restantes retábulos possuem pinturas executadas pelo grande pintor italiano da época, o romano Pompeo Batoni.
Partilhar
Como referenciar
Porto Editora – Basílica da Estrela na Infopédia [em linha]. Porto: Porto Editora. [consult. 2022-08-16 14:25:49]. Disponível em

Livros & Autores

Baiôa sem data para morrer

Rui Couceiro

O Dicionário das Palavras Perdidas

O Crespos

Adolfo Luxúria Canibal

Bom português

puder ou poder?

ver mais

tras ou traz?

ver mais

a folha foi impressa ou imprimida?

ver mais

desfrutar ou disfrutar?

ver mais

caibo ou cabo?

ver mais

extrema ou estrema?

ver mais

brócolos ou bróculos?

ver mais

Jogo dos erros