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Capela de S. Brás

A fundação da pequena capela medieval de S. Brás, em Vila Real - a julgar pela antiguidade de alguns elementos românicos que enformam parte do seu exterior -, deverá remontar ao século XIII. No entanto, terá sido reconstruída no século XIV, de acordo com a linguagem austera do gótico inicial. Desde 1910 foi decretada Monumento Nacional.
Esta austera e simples capela encosta-se à fachada principal da Igreja de S. Dinis, revelando a dureza do granito no talhe irregular da sua cantaria. A fachada lateral de S. Brás é rasgada por um singelo portal em arco quebrado repousando sobre ombreiras salientes. Ao lado abre-se um largo e abatido arco gótico. Ao nível da cornija corre uma cachorrada de nove esculpidos modilhões românicos e são ainda visíveis as gárgulas angulares. A capela está coberta por um telhado de duas águas e beiral saliente.
No seu interior estão vários túmulos dos Teixeira, nobre família de Vila Real, protegidos por arcossólios. Destes sarcófagos, o destaque vai para o de João Teixeira de Macedo, obra dos inícios do século XVI ricamente trabalhada na linguagem plástica do manuelino. Superiormente, é visível o seu brasão de armas. Na arca tumular pode-se ler uma inscrição evocativa do defunto, ao mesmo tempo que se fica a conhecer o ano do seu falecimento: 1506.
Nas paredes desta pequena capela medieval são ainda visíveis pinturas murais do século XVI, provavelmente obra da oficina de Vasco Fernandes, mais conhecido por Grão Vasco.
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Como referenciar
Porto Editora – Capela de S. Brás na Infopédia [em linha]. Porto: Porto Editora. [consult. 2023-01-27 15:31:01]. Disponível em
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