Celestino Castro
Arquiteto português nascido em 1920, no Porto, estudou Arquitetura na EBAP - Escola de Belas-Artes do Porto entre 1937 e 1940, transferindo-se para a EBAL - Escola de Belas-Artes de Lisboa, onde termina o seu curso quatro anos mais tarde.
Estagiou no Ministério de Obras Públicas, com o arquiteto Cristino da Silva, e na Direção de Edifícios de Lisboa. Foi um dos participantes do 1.° Congresso Nacional de Arquitetura, em 1948, e do Congresso Internacional de Arquitetura Moderna, em Lausanne.
Membro da ODAM - Organização dos Arquitetos Modernos, foi um dos pioneiros do modernismo na cidade do Porto. Na sua obra é notória uma grande influência de Le Corbusier, sobretudo nos projetos de moradias, evidenciando um grande rigor e radicalismo.
Participou com os arquitetos Artur Pires Martins e Fernando Torres numa das seis equipas que elaboraram o Inquérito à Arquitetura Popular Portuguesa, tendo estes estudado a zona 6 - Zona do Algarve, abrangendo o Baixo Alentejo, Bacia do Sado e Alentejo Litoral, que culmina com a publicação de um livro, em 1961, sob o título Arquitetura Popular em Portugal. A importância deste trabalho prende-se com uma reflexão e interpretação da arquitetura portuguesa que influenciou profundamente a produção arquitetónica das gerações seguintes.
Entre 1958 e 1960 trabalhou na Câmara de Almada, no Gabinete de Urbanização e no Gabinete Técnico de Habitação da Câmara Municipal de Lisboa, entre 1960 e 1962.
Por motivos políticos, entre 1963 e 1974 é exilado em Paris, sendo o período que antecede o mais produtivo e criativo de toda a sua obra construída.
Desenvolveu várias obras na área da saúde, tendo trabalhado a partir de 1976 na Direção-Geral das Instalações e Equipamentos de Saúde, onde permaneceu até 1990.
As suas principais obras são: os blocos de habitação na Avenida Estados Unidos da América, Lisboa; a Casa de Santos Pousada, Porto (1949); a Casa do Ameal, Porto (1950-1951); e o Bloco de Citologia Experimental do Hospital de Santo António, Porto (1989).
Estagiou no Ministério de Obras Públicas, com o arquiteto Cristino da Silva, e na Direção de Edifícios de Lisboa. Foi um dos participantes do 1.° Congresso Nacional de Arquitetura, em 1948, e do Congresso Internacional de Arquitetura Moderna, em Lausanne.
Membro da ODAM - Organização dos Arquitetos Modernos, foi um dos pioneiros do modernismo na cidade do Porto. Na sua obra é notória uma grande influência de Le Corbusier, sobretudo nos projetos de moradias, evidenciando um grande rigor e radicalismo.
Participou com os arquitetos Artur Pires Martins e Fernando Torres numa das seis equipas que elaboraram o Inquérito à Arquitetura Popular Portuguesa, tendo estes estudado a zona 6 - Zona do Algarve, abrangendo o Baixo Alentejo, Bacia do Sado e Alentejo Litoral, que culmina com a publicação de um livro, em 1961, sob o título Arquitetura Popular em Portugal. A importância deste trabalho prende-se com uma reflexão e interpretação da arquitetura portuguesa que influenciou profundamente a produção arquitetónica das gerações seguintes.
Entre 1958 e 1960 trabalhou na Câmara de Almada, no Gabinete de Urbanização e no Gabinete Técnico de Habitação da Câmara Municipal de Lisboa, entre 1960 e 1962.
Por motivos políticos, entre 1963 e 1974 é exilado em Paris, sendo o período que antecede o mais produtivo e criativo de toda a sua obra construída.
Desenvolveu várias obras na área da saúde, tendo trabalhado a partir de 1976 na Direção-Geral das Instalações e Equipamentos de Saúde, onde permaneceu até 1990.
As suas principais obras são: os blocos de habitação na Avenida Estados Unidos da América, Lisboa; a Casa de Santos Pousada, Porto (1949); a Casa do Ameal, Porto (1950-1951); e o Bloco de Citologia Experimental do Hospital de Santo António, Porto (1989).
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Como referenciar
Porto Editora – Celestino Castro na Infopédia [em linha]. Porto: Porto Editora. [consult. 2023-10-01 06:29:32]. Disponível em
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