Livros & Autores

Baiôa sem data para morrer

Rui Couceiro

O Dicionário das Palavras Perdidas

O Crespos

Adolfo Luxúria Canibal

Bom português

puder ou poder?

ver mais

tras ou traz?

ver mais

a folha foi impressa ou imprimida?

ver mais

desfrutar ou disfrutar?

ver mais

caibo ou cabo?

ver mais

extrema ou estrema?

ver mais

brócolos ou bróculos?

ver mais

Jogo dos erros

Chorão Ramalho

Arquiteto português nascido em 1914, no Fundão, e falecido em 2001, frequentou o curso de Arquitetura na EBAL - Escola de Belas-Artes de Lisboa, transferindo-se para a EBAP - Escola de Belas-Artes do Porto, onde conclui a parte curricular em 1941, obtendo o diploma em 1947.
Inicia a sua carreira pouco antes do 1.° Congresso Nacional de Arquitetura, em 1948, congresso esse em que participa e onde o ICAT - Iniciativas Culturais Arte e Técnica, e a ODAM - Organização dos Arquitetos Modernos, têm a sua intervenção mais importante, desempenhando um papel de particular significado na arquitetura moderna portuguesa.
Chorão Ramalho, membro do ICAM lisboeta, desenvolve, até ao início da década de 50, trabalhos na área do urbanismo na Câmara Municipal de Lisboa juntamente com Keil do Amaral e Faria da Costa, donde sai para se dedicar em exclusivo a projetos de arquitetura.
A coerência da sua obra, marcada pela forte capacidade de personalização, manteve-se relacionada com uma atitude comum a toda a geração de arquitetos do pós-guerra (1939-1945), que, lutando contra os modelos e linguagens vinculados politicamente ao Estado Novo, procuram afirmar-se numa lógica de depuração e de grande plasticidade formal, numa constante recusa do ornamento, entendido como artifício, e uma grande seriedade ética e profissional, acompanhada por um profundo conhecimento das questões tectónicas.
Algumas das suas principais obras são: o Centro Comercial do Restelo, Lisboa (1949-1956); o Hospital Regional de Beja (1755-1770); a central elétrica e habitação para funcionários, Madeira (1958-1971); o bloco habitacional nos Olivais, Lisboa (1962); a Escola Comercial Pedro Nolasco, Macau (1963-1969); a Caixa de Providência, Setúbal (1965-1969); a Caixa de Providência, Angra do Heroísmo (1968-1974); o Hospital Regional de Viana do Castelo (1970-1980); a Chancelaria da Embaixada de Portugal, Brasília (1971-1976); o edifício da Caixa Geral de Depósitos, Leiria (1979-1980); e a Assembleia Regional, Funchal (1982-1988).
Partilhar
Como referenciar
Porto Editora – Chorão Ramalho na Infopédia [em linha]. Porto: Porto Editora. [consult. 2022-08-17 04:35:18]. Disponível em

Livros & Autores

Baiôa sem data para morrer

Rui Couceiro

O Dicionário das Palavras Perdidas

O Crespos

Adolfo Luxúria Canibal

Bom português

puder ou poder?

ver mais

tras ou traz?

ver mais

a folha foi impressa ou imprimida?

ver mais

desfrutar ou disfrutar?

ver mais

caibo ou cabo?

ver mais

extrema ou estrema?

ver mais

brócolos ou bróculos?

ver mais

Jogo dos erros