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estruturas diapíricas

São estruturas anticlinais complicadas por cavalgamento e falhas em que as camadas mais plásticas, geralmente margas e rochas salinas, existentes no interior da estrutura, se expandem para o cimo ao serem comprimidas e se sobrepõem a rochas estratigraficamente subjacentes.
Estão ligadas a jazidas de evaporitos, principalmente sal-gema e gesso, que são materiais de menor densidade e com elevada plasticidade, que têm uma grande mobilidade quando submetidas a um aumento significativo da pressão. As estruturas diapíricas mais abundantes são as que estão relacionadas com dobras suaves. De facto, quando se começa a formar uma dobra, o núcleo do anticlinal ou do domo pode ser ocupado por materiais plásticos de menor densidade. Se a erosão atuar sobre o núcleo do anticlinal ou domo e nivelar a superfície topográfica, produz-se uma alteração no valor da pressão que suporta o nível plástico inferior e em consequência inicia-se um movimento lateral dos materiais plásticos para o núcleo da estrutura primitiva. Este deslizamento do material plástico acentua ainda mais a diferença de pressão e ativa, por sua vez, o próprio processo. Quando se alcançam grandes volumes de material plástico e, em consequência, diferenças de pressão muito significativas, o material plástico eleva-se e por vezes atravessam os materiais suprajacentes.
Outros tipos de estruturas diapíricas são constituídos por derrames de material subjacente com grande plasticidade que atravessa falhas ou pregas-falha e ocupam o nível mais elevado.
O sal-gema nos diápiros pode atingir a profundidade de 1000 metros.
Os diápiros originam um tipo específico de vale, designados por vales tifónicos de que são exemplo, em Portugal, os das Caldas da Rainha, Sesimbra, Torres Vedras e Loulé.
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Como referenciar
Porto Editora – estruturas diapíricas na Infopédia [em linha]. Porto: Porto Editora. [consult. 2022-07-04 09:27:59]. Disponível em

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