Academia Virtual - O Poder da Voz

Livros e Autores

A Intuição da Ilha

Pilar del Río

Baiôa sem data para morrer

Rui Couceiro

O Dicionário das Palavras Perdidas

Palavras raras, palavras caras

Bom português

puder ou poder?

ver mais

tras ou traz?

ver mais

a folha foi impressa ou imprimida?

ver mais

desfrutar ou disfrutar?

ver mais

caibo ou cabo?

ver mais

extrema ou estrema?

ver mais

brócolos ou bróculos?

ver mais

Jô Soares

Humorista e entrevistador brasileiro, José Eugénio Soares, mais conhecido por Jô Soares, nasceu a 17 de janeiro de 1938, no Rio de Janeiro, e morreu a 5 de agosto de 2022, em São Paulo.

Jô Soares frequentou um colégio interno em Petrópolis e, posteriormente, foi estudar para a Suíça com o intuito de se preparar para uma carreira como diplomata. Com 20 anos, em 1958, e de novo no Brasil, estreou-se no cinema, no filme O Homem do Sputnik, de Carlos Manga, onde teve um papel com uma boa aceitação. Ainda nesse ano, começou a aparecer na televisão através da TV Rio nos programas Noite de Gala e TV Mistério. Surgiu ao lado de atores já consagrados como Paulo Autran e Tônia Carrero.

O humorista brasileiro Jô Soares
Poster de "O Xangô de Baker Street", uma comédia adaptada ao cinema, em 2001, baseada no livro homónimo de Jô Soares
Em 1959 fez a sua estreia no teatro ao entrar na peça Auto da Compadecida, onde fazia de bispo. Nessa época já escrevia e atuava em programas cómicos na TV-Continental e participava no Grande Teatro da TV-Tupi.

Paralelamente a uma longa carreira no teatro, Jô Soares nunca largou a televisão. Durante a década de 60 integrou a equipa da TV Record e foi ator e autor de programas humorísticos como Família Trapo (1962), La Revue Chic (1963), Jô Show (1965), Praça da Alegria (1967) e Quadra de Azes (1969).

Entretanto, para além da televisão, teatro e cinema, também fez experiências nas artes plásticas e em 1967 participou com obras suas na IX Bienal de Artes Plásticas de São Paulo.

Em 1970 foi contratado pela Rede Globo e estreou Faça Humor Não Faça Guerra, no qual era ator e autor. O humorista nunca deixou de lado o cinema e ocasionalmente desempenhava alguns papéis.

Jô Soares manteve-se muitos anos na Globo e em 1981 estreou Viva o Gordo, programa cómico que chegou à televisão portuguesa e que fez dele um artista muito popular em Portugal. Personagens como "Capitão Gay" ficaram conhecidas de toda a gente. Viva o Gordo esteve seis anos em exibição no Brasil. Seguiu-se Veja o Gordo, no canal SBT, perfazendo um total de 17 anos de programas humorísticos onde representou mais de 240 personagens.

Em 1988 mudou o rumo da sua carreira televisiva e estreou um programa de entrevistas chamado O Programa do Jô, por onde passaram grandes vultos de relevância internacional em diversas áreas. O programa chegou a Portugal através da televisão por cabo no canal brasileiro GNT.

Em junho de 2003, Jô Soares regressou aos palcos com o espetáculo cómico Na Mira do Gordo e garantiu que o humor na sua carreira se ia restringir ao teatro.

Escreveu também dois romances: O Xangô de Baker Street e O Homem que Matou Getúlio Vargas. O primeiro foi adaptado ao cinema em 2001 e Jô Soares participou como ator no filme.

Partilhar
Como referenciar
Porto Editora – Jô Soares na Infopédia [em linha]. Porto: Porto Editora. [consult. 2022-10-01 13:10:53]. Disponível em

Livros e Autores

A Intuição da Ilha

Pilar del Río

Baiôa sem data para morrer

Rui Couceiro

O Dicionário das Palavras Perdidas

Palavras raras, palavras caras

Bom português

puder ou poder?

ver mais

tras ou traz?

ver mais

a folha foi impressa ou imprimida?

ver mais

desfrutar ou disfrutar?

ver mais

caibo ou cabo?

ver mais

extrema ou estrema?

ver mais

brócolos ou bróculos?

ver mais