Academia Virtual - O Poder da Voz

Livros e Autores

A Intuição da Ilha

Pilar del Río

Baiôa sem data para morrer

Rui Couceiro

O Dicionário das Palavras Perdidas

Palavras raras, palavras caras

Bom português

puder ou poder?

ver mais

tras ou traz?

ver mais

a folha foi impressa ou imprimida?

ver mais

desfrutar ou disfrutar?

ver mais

caibo ou cabo?

ver mais

extrema ou estrema?

ver mais

brócolos ou bróculos?

ver mais

José Augusto Seabra

Poeta e ensaísta, nascido em 1937, no Porto, formado em Direito pela Universidade de Lisboa e doutorado em Letras pela École des Hautes Études de Paris, com uma tese sobre Fernando Pessoa, subordinada ao título Analyse Structurale des Hétéronymes de Fernando Pessoa: du Poémodrame au Poétodrame, em 1971.
Militante do MUD (Movimento de União Democrática), foi preso na sequência do seu apoio à candidatura de Humberto Delgado. Exilou-se em Paris, onde foi professor na Universidade de Vincennes até 1974, data a partir da qual encetou atividade docente na Faculdade de Letras do Porto. Aí fundou a revista Nova Renascença, dirigiu os Cadernos do Centro de Estudos Semióticos e Literários (1985), co-dirigiu o Centro de Estudos Pessoanos e a revista Persona (1977), onde publicou vários estudos sobre o autor da Mensagem. Nomeado embaixador de Portugal na UNESCO, foi professor catedrático na Sorbonne, de 1994, até à data da sua morte, a 27 de maio de 2004.
Colaborou em inúmeras publicações periódicas, portuguesas e estrangeiras, como Notícias do Bloqueio, A Planície, Coordenada, Cadernos de Literatura, Europe ou Colóquio/Letras. No domínio do ensaio e investigação literária, José Augusto Seabra publicou trabalhos fundamentais sobre a estética de Fernando Pessoa, cujas obras editou e anotou, e sobre o discurso de Roland Barthes, cujas obras traduziu. Na criação poética, estreou-se com A Vida Toda, representado, no início da década de 60, a persistência de uma poesia comprometida onde o contexto histórico funciona como agente implícito e anónimo da angústia e do dilaceramento que o sujeito poético exprime na sua individualidade. Abrindo-se à interrogação ontológica, a sua poesia, simultaneamente clássica e moderna, combina exemplarmente a disciplina formal com o excesso emotivo. De ressaltar, no entanto, na bibliografia literária de José Augusto Seabra, a continuidade entre indagação poética e escrita ensaística, de que se destacam A Pátria de Pessoa ou a Língua Pátria (1985) e Cultura Política ou a Cidade e os Labirintos (1986).
Partilhar
Como referenciar
Porto Editora – José Augusto Seabra na Infopédia [em linha]. Porto: Porto Editora. [consult. 2022-09-29 12:39:48]. Disponível em

Livros e Autores

A Intuição da Ilha

Pilar del Río

Baiôa sem data para morrer

Rui Couceiro

O Dicionário das Palavras Perdidas

Palavras raras, palavras caras

Bom português

puder ou poder?

ver mais

tras ou traz?

ver mais

a folha foi impressa ou imprimida?

ver mais

desfrutar ou disfrutar?

ver mais

caibo ou cabo?

ver mais

extrema ou estrema?

ver mais

brócolos ou bróculos?

ver mais