Academia Virtual - O Poder da Voz

Livros e Autores

A Intuição da Ilha

Pilar del Río

Baiôa sem data para morrer

Rui Couceiro

O Dicionário das Palavras Perdidas

Palavras raras, palavras caras

Bom português

puder ou poder?

ver mais

tras ou traz?

ver mais

a folha foi impressa ou imprimida?

ver mais

desfrutar ou disfrutar?

ver mais

caibo ou cabo?

ver mais

extrema ou estrema?

ver mais

brócolos ou bróculos?

ver mais

Júlio Lourenço Pinto

Contista e romancista da segunda metade do século XIX, nascido a 24 de maio de 1842, no Porto, e falecido a 6 de maio de 1907, na mesma cidade, destacou-se como teórico do Realismo-Naturalismo, tendo sido um dos recetores críticos das doutrinas de Émile Zola, que combinou com influências de Balzac, Flaubert e Eça de Queirós. Nascido no Porto, cidade que servirá de cenário a muitos dos seus romances, frequenta o curso de Direito na Universidade de Coimbra, onde chega a conviver com a geração liderada por Antero de Quental. Em 1864, já formado, ingressa na carreira administrativa, exercendo o cargo de secretário do Governo Civil em vários distritos do país, de Vila Real a Santarém. Foi presidente da Associação de Jornalistas e Homens de Letras do Porto. Só aos 38 anos publica o seu primeiro romance, Margarida (1880), inaugurando a série denominada Cenas da Vida Contemporânea, a que se juntariam Vida Atribulada (1880), O Senhor Deputado (1882), O Homem Indispensável (1883) e O Bastardo (1889), ficando pelo meio um volume de contos, Esboços do Natural (1882). Entretanto, colabora na Revista de Estudos Livres (1883-1884), de orientação positivista, dirigida por Teófilo Braga e Teixeira Bastos, onde publica grande parte dos ensaios em que explanou os pressupostos teóricos do romance, teatro e poesia naturalistas, posteriormente coligidos no livro Estética Naturalista (1884). Mas também nos prefácios dos seus livros deixará exposta a sua teoria do romance como "anatomia implacável da sociedade contemporânea", com o fim corretivo de contribuir para "o gradual aperfeiçoamento do viver social".Muitos críticos apontam o desfasamento entre a teorização e a prática do romance naturalista em Júlio Lourenço Pinto, já que, se é certo que nos seus textos doutrinários o autor se pronuncia sempre contra o determinismo estreito, repudiando que o romance sirva para "a demonstração de um teorema", as personagens das suas obras são sempre vítimas das forças inelutáveis da hereditariedade, da educação e do ambiente que as rodeia.
Partilhar
Como referenciar
Porto Editora – Júlio Lourenço Pinto na Infopédia [em linha]. Porto: Porto Editora. [consult. 2022-10-06 04:37:32]. Disponível em
Artigos
ver+
Partilhar
Como referenciar
Porto Editora – Júlio Lourenço Pinto na Infopédia [em linha]. Porto: Porto Editora. [consult. 2022-10-06 04:37:32]. Disponível em

Livros e Autores

A Intuição da Ilha

Pilar del Río

Baiôa sem data para morrer

Rui Couceiro

O Dicionário das Palavras Perdidas

Palavras raras, palavras caras

Bom português

puder ou poder?

ver mais

tras ou traz?

ver mais

a folha foi impressa ou imprimida?

ver mais

desfrutar ou disfrutar?

ver mais

caibo ou cabo?

ver mais

extrema ou estrema?

ver mais

brócolos ou bróculos?

ver mais