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Karen Blixen

Escritora dinamarquesa, nasceu a 17 de abril de 1885, na propriedade de Rungstedlund, a norte de Copenhaga, e aí morreu a 7 de setembro de 1962.
Os biógrafos relacionam o seu talento artístico com aquele de seu pai, Wilhelm Dinesen (1845-1895), militar, proprietário, político e escritor, que, doente de sífilis, viria a suicidar-se quando a escritora tinha 10 anos.
Quando criança, Karen Blixen queria ser pintora e frequentou escolas de arte em Copenhaga mas depois não prosseguiu os estudos nesta área, embora tenha continuado a pintar. Seria na literatura que se notabilizaria, tendo publicado aos 22 anos (1907) as suas primeiras histórias nas revistas Tilskueren e Gads danske Magasin.
Aquele que considera o acontecimento decisivo da sua vida dá-se em 1914, quando emigra para o atual Quénia (então colónia inglesa) para se casar com o barão Bror von Blixen-Finecke (1886-1946), seu primo e, curiosamente, irmão gémeo do seu anterior namorado.
Como narra em Den afrikansk Farm (África Minha, 1937), seria no Quénia que viriam a decorrer os grandes momentos da sua vida: aí Blixen tomaria conta de uma plantação de café perto de Nairobi, aí conheceria em 1918 o seu companheiro Denys Finch-Hatton (1887-1931), com quem nunca viria a casar, aí se divorciaria do marido em 1925 e aí, durante as longas noites africanas, começaria a contar histórias e a escrever com mais sistematicidade.
A plantação de café foi à falência em 1930, pelo que Karen Blixen se viu obrigada a vendê-la em 1931, ano em que também Finch-Hatton faleceria num acidente de avião e ela voltaria à Dinamarca. Seria aí que publicaria (primeiro em inglês e depois em dinamarquês) Seven Gothic Tales/Syv fantastiske Fortoellinger (Sete Contos Góticos, 1934), Out of Africa/Den afrikanske Farm (África Minha, 1937), Winter's Tales/Vinter-Eventyr (Contos de inverno, 1942), The Angelic Avengers/Gengoedelsens Veje (romance de 1946 assinado com o pseudónimo Pierre Andrézel), Last Tales/Sidste Fortoellinger (1958) e Anecdotes of Destiny/ Skoebne -Anekdoter (1960).
Na sua obra, histórias vão surgindo de dentro das histórias, como máscaras que se vão retirando sucessivamente para revelar as diferentes camadas do real e da verdade. Blixen encena num contexto histórico do passado os impulsos contraditórios do ser humano contemporâneo, dividido entre a superfície e a profundidade, a estabilidade/estagnação e a viagem, o natural e o sobrenatural, a realidade e o sonho.
Os filmes mais conhecidos realizados a partir das suas narrativas são: Out of Africa (África Minha, 1985) de Sydney Pollack, Babettes gaestebud (A Festa de Babette, 1987) de Gabriel Axel e Immortal Story (História Imortal, 1968) de Orson Welles.
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Como referenciar
Porto Editora – Karen Blixen na Infopédia [em linha]. Porto: Porto Editora. [consult. 2022-05-21 06:59:14]. Disponível em

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