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Moita

Aspetos Geográficos
O concelho de Moita, do distrito de Setúbal, localiza-se na Região da Grande Lisboa (NUT II), na Península de Setúbal (NUT III). Ocupa uma área de 54,6 km2 e abrange seis freguesias: Alhos Vedros, Baixa da Banheira, Moita, Gaio-Rosário, Sarilhos Pequenos e Vale da Amoreira.
O concelho apresentava, em 2005, um total de 69 603 habitantes.
Brasão do concelho da Moita
O natural ou habitante de Moita denomina-se moitense.
O concelho encontra-se limitado a oeste pelo Barreiro, a noroeste pelo rio Tejo, a sudeste por Palmela, a oeste pelo Barreiro e a norte e nordeste por Montijo.
Possui um clima mediterrânico, com um período seco de cerca de 80 a 100 dias, durante o verão, em que a temperatura média ronda os 29 °C. No inverno, as temperaturas são moderadas.
Como recursos hídricos, possui o rio da Moita, o rio Tejo e o estuário do Tejo.
Destaca-se no concelho o Parque Municipal José Afonso, que se prolonga por 2 km ao longo da margem do Tejo, englobando as freguesias de Baixa da Banheira e Alhos Vedros. Possui vastas áreas de utilização polivalente e um grande número de equipamentos desportivos, educativos, pedagógicos e de recreio.
História e Monumentos
O facto de se encontrar na margem do rio foi determinante para o desenvolvimento da povoação. Os vestígios arqueológicos atestam a existência de um povoado neolítico com seis mil anos, cuja subsistência dependia, essencialmente, da pesca e da recoleção de moluscos.
Esta relação direta com o rio como meio e recurso económico das populações locais definiu e delineou, nos séculos passados, a origem dos núcleos habitacionais primitivos do concelho.
No ano de 1690, Moita ascendeu a vila, por decisão de D. Pedro II, que doou estas terras ao conde de Alvor e vice-rei da Índia, D. Francisco de Távora.
As atividades económicas ribeirinhas, porém, entraram em declínio, devido ao desenvolvimento da indústria e dos transportes terrestres. Este facto provocaria uma alteração a nível urbano, levando as populações da beira-rio para as zonas mais interiores do concelho.
Nos anos 80 do século XX, procedeu-se à reabilitação da área ribeirinha, devolvendo-a às populações.
Ao nível do património arquitetónico, destacam-se: a Igreja da Misericórdia, localizada em Alhos Vedros; a Igreja de São Lourenço, do século XV, de estilo gótico; e a Capela de Nossa Senhora do Rosário, fundada em 1532 por Cosme Bernardo Macedo, a qual foi de invocação de S. João Evangelista mas, na atualidade, conserva uma imagem de Nossa Senhora a que o povo presta grande devoção.
Tradições, Lendas e Curiosidades
Existem muitas manifestações populares e culturais no concelho: a festa anual do concelho, no quarto domingo de maio; a festa de Nossa Senhora dos Anjos, entre os finais do mês de julho e inícios de agosto e a festa de Nossa Senhora da Boa Viagem. Relevo também para as touradas.
No artesanato, destacam-se as miniaturas de barcos, os bonecos em barro, a olaria, a pintura em azulejo, a cestaria, a tapeçaria e a alfaiataria.
Como personalidade natural digna de realce surge D. Afonso, conde de Barcelos e filho de D. João I, cujo palácio se situa na freguesia de Alhos Vedros, pertencente a este concelho.
Economia
O setor terciário é o de maior importância, seguido pelo secundário, com as indústrias alimentar, de confeções, metalomecânica e construção civil.
O setor primário mantém ainda uma relativa importância, com 34,4% da área do concelho a ser dedicada à exploração agrícola, predominando os cultivos de cereais para grão, prados temporários e culturas forrageiras, batata, pousio, culturas hortícolas intensivas, prados e pastagens permanentes.
Na pecuária criam-se aves, bovinos e suínos.
Somente 24 ha do seu território são cobertos de floresta.
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Como referenciar
Porto Editora – Moita na Infopédia [em linha]. Porto: Porto Editora. [consult. 2022-07-04 13:26:24]. Disponível em

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