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Movimentos Pacifistas

O pacifismo, sendo uma forma de estar que completamente, ou quase completamente, condena a violência em todas as suas manifestações, originou uma série de movimentos pacifistas de diversas características, sobretudo após a crise dos anos setenta, da massificação urbana, da quebra da ideologia do progresso e dos problemas de contaminação do meio ambiente. Assim, encontramos organizações como Amigos da Terra, a primeira instituição mundial deste género, criada em 1969 por David Brower na sequência do desastre provocado pelo naufrágio do petroleiro Torrey Canyon na Bretanha, e a Greenpeace, vocacionada para a defesa ecológica e que surgiu em 1971, no Canadá. Esta organização é internacional e tem independência política e económica, conseguida pela recusa de influências governamentais ou outras e de donativos com a mesma proveniência, sustentando-se com o ingresso de dinheiro proveniente da venda de produtos próprios e de ofertas de membros. Dirigindo as suas ações no sentido de preservar todas as formas de vida e as suas condições na Terra, é bem conhecida a sua mais famosa embarcação, "Rainbow Warrior", um dos meios que esta organização tem à disposição para alertar e travar descalabros ambientais. Sendo composta por cerca de quatro milhões de pessoas, o seu centro situa-se em Amesterdão, e procura que todas as decisões tomadas sejam avalizadas pela maioria dos membros. Outro grupo representativo dos movimentos pacifistas é o que defende os direitos humanos, em que se inserem organizações como a Amnistia Internacional. Esta é uma organização não governamental que se apoia sobretudo na Declaração Universal dos Direitos Humanos, entre tratados de conteúdo semelhante, para a aplicação das leis neles contidas. A sua fundação deve-se ao advogado Peter Benson, de naturalidade britânica, que decidiu criar esta organização (laureada com o Prémio Nobel da Paz em 1977) na sequência da prisão injusta de alguns estudantes portugueses que tinham brindado à liberdade num local público. Depois da publicação do célebre artigo "Prisioneiros Esquecidos", deu-se a primeira reunião que daria origem à organização de defesa da liberdade de crença religiosa e opinião (além de lutar contra a tortura, os massacres e a pena de morte, a injustiça no julgamento de presos políticos, dar auxílio aos exilados e cooperar com organizações governamentais e não governamentais) entre representantes de países como a Suíça, a Irlanda, os Estados Unidos da América, a Alemanha, a Bélgica e a Inglaterra. Notórias são ainda as manifestações anti-bélicas, nomeadamente contra a guerra do Iraque (que no dia 15 de fevereiro de 2003, espalhadas por inúmeros países, chegaram a contar com cerca de dez milhões de manifestantes). Um dos mais notórios movimentos pela paz foi o que se espalhou pela Europa nos anos 80 do século XX, provocado pela "dupla decisão" da NATO, em que os euromísseis de médio alcance, fabricados pela União Soviética e pelos Estados Unidos, se estabeleceriam na Europa ocidental. Surgiu assim o European Nuclear Disarmament, que teve como objetivos o respeito pelos direitos humanos e civis nos países do Este europeu e a luta contra o desenvolvimento nuclear aplicado às armas em toda a Europa. Entre as instituições que foram distinguidas com o Prémio Nobel da Paz destacam-se o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (1994), as Forças de Paz da Nações Unidas (1988), a UNICEF (1965), o Comité Internacional da Cruz Vermelha e a Organização Internacional do Trabalho (1969).
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Como referenciar
Porto Editora – Movimentos Pacifistas na Infopédia [em linha]. Porto: Porto Editora. [consult. 2022-09-25 02:41:58]. Disponível em
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