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Nova Iorque

Aspetos Geográficos
A cidade de Nova Iorque fica situada no sudeste do estado com o mesmo nome, na foz do rio Hudson, e a sua superfície total é de 800 km2. Está dividida em cinco distritos: Bronx, Brooklyn (a maior aglomeração urbana de todas), Queens, Manhattan e Staten Island (que é o menos urbanizado). A cidade alberga cerca de 8 milhões de habitantes dos quais 52% são brancos, 29% negros, 7% asiáticos e oriundos de ilhas do Pacífico e os restantes 12% de outras etnias. Uma boa parte destes habitantes são de origem hispânica, mais concretamente 24% da população da cidade. Atualmente, recebe muitos emigrantes procedentes da ex-URSS.
O natural ou habitante de Nova Iorque denomina-se nova-iorquino ou noviorquino.
Bairro de Chinatown
Museu Guggenheim
Vista sobre a cidade a partir do topo do "Empire State Building"
Time Square, Broadway
Metropolitan Museum
Superfície espelhada de um arranha-céus, Nova Iorque
As "torres gémeas" do World Trade Center, em Nova Iorque, foram destruídas no atentado terrorista de 11 de setembro de 2001
Torre Trump, na Quinta Avenida, em Nova Iorque, empreendimento idealizado por Donald Trump na década de 80
Ponte de Brooklyn sobre o rio Hudson
História e Monumentos
Nova Iorque constituiu a porta de entrada para os Estados Unidos da América dos emigrantes vindos inicialmente da Europa e China e mais tarde de outras partes da Ásia. Mas a região da baía com o mesmo nome já era habitada há vários séculos por tribos indígenas. Em 1624 a Companhia Holandesa das Índias Ocidentais estabeleceu aí uma colónia que então se chamava Nova Holanda. Em meados do século XVII a colonização da ilha de Manhattan aumentou e simultaneamente foram estabelecidos outros assentamentos em Bronx, Brooklyn, Queens e Staten Island. Em 1664 foi entregue temporariamente aos ingleses pelo então governador Peter Stuyvesant e definitivamente, em 1674, pelo tratado de Westminster. A cidade cresceu devido à atividade comercial marítima e fluvial que então se estabeleceu. Já batizada de Nova Iorque, desempenhou um papel importante no desenrolar dos factos que deram origem à Revolução Americana, que teve lugar entre 1776 e 1783. Este conflito levou à independência das treze colónias britânicas que, com o apoio dos franceses e espanhóis, deram origem aos Estados Unidos da América. Durante a guerra dos sete anos, a cidade foi devastada pelos incêndios e em 1789 George Washington foi nomeado primeiro presidente do país. No final do século XIX a sua população cresceu com a chegada dos emigrantes europeus e chineses, sobretudo durante o período de reconstrução, de construção de pontes e do complexo sistema de transportes subterrâneos que unia os cinco distritos que então foram criados. Antes e depois da Segunda Grande Guerra imigrantes negros vindos do Sul e emigrantes de diversos países da América Latina aumentaram o quantitativo populacional da cidade, que desfruta deste estatuto desde 1963 com um governo centralizado.
Entre os edifícios religiosos destacamos a Catedral de Saint Patrick e a Catedral de Saint James, ambas do século XIX. No entanto, o monumento histórico mais importante é a Estátua da Liberdade, datada de 1886 e situada em Liberty Island. Em Elis Island destacamos o complexo que, desde 1892 a 1954, constituiu a Central de Emigração. É de sublinhar ainda a grande Central Terminal de Caminho de Ferro, do início do século XIX, e o Complexo das Nações Unidas, situado em Midtown Manhattan.
Aspetos Turísticos e Curiosidades
Com exceção da área de Manhattan, situada a sul da Rua 14, que apresenta um traçado irregular (City Hall Plaza e Greenwich Village), o resto da cidade possui uma planta ortogonal. Em Brooklyn distingue-se o elegante bairro de Brooklyn Heights, o Sheepshead Bay, de classe média e o setor mais pobre da Brownsville. O distrito do Bronx também apresenta contrastes com uma área de destruição a sul e uma outra localizada a oeste, com grandes e luxuosas casas e apartamentos em Riverdale. Em Manhattan destacam-se pela sua grandiosidade os edifícios do Chrysler (1930), Woolworth (1915), Empire State (1930), os edifícios que formam o Rockefeller Center (1977), a Mansão Gracie (final do século XVIII) e o City Hall (do século XIX).
Os museus são muitos e variados mas os mais relevantes correspondem ao Museu Metropolitano de Arte, o Museu de Arte Moderna, o Solomon R. Guggenheim, o Museu de Whitney de Arte Americana, de História Natural, o Museu Nacional de Índios Americanos, entre outros.
O centro de distrito teatral é Times Square, com mais de trinta teatros e o Centro Lincoln das Artes Cénicas situa-se a sudoeste de Central Park que, por sua vez, corresponde a um amplo espaço verde localizado em Manhatan. No referido centro situam-se a Metropolitan Opera House, a Avery Fisher Hall - sede da Filarmónica de Nova Iorque e o Teatro do Estado de Nova Iorque, onde atuam a Companhia de Ballet e a Ópera.
Economia
Esta importante cidade dos EUA é centro financeiro, comercial, industrial e turístico. Centro de transportes rodoviários, ferroviários, fluviais e aéreos, contando com dois aeroportos em Queens (La Guardia e John F. Kennedy). O centro financeiro, localizado em Wall Street e Broad Street inclui, entre outras instituições bancárias e financeiras relevantes, o banco de Reserva Federal Nacional. É a partir dos escritórios de Nova Iorque que grande parte do mercado interno e internacional é controlado.
É líder no setor do vestuário, imprensa e alimentar. Possui também indústrias de publicidade, madeira, papel, maquinaria, química, têxtil e de artigos em metal. No entanto, em virtude da carestia da mão de obra este setor económico está em declínio. Na cidade existem ainda importantes editoras e companhias de comunicações.
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Como referenciar
Porto Editora – Nova Iorque na Infopédia [em linha]. Porto: Porto Editora. [consult. 2022-07-03 12:39:04]. Disponível em

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