Livros & Autores

Baiôa sem data para morrer

Rui Couceiro

O Dicionário das Palavras Perdidas

O Crespos

Adolfo Luxúria Canibal

Bom português

puder ou poder?

ver mais

tras ou traz?

ver mais

a folha foi impressa ou imprimida?

ver mais

desfrutar ou disfrutar?

ver mais

caibo ou cabo?

ver mais

extrema ou estrema?

ver mais

brócolos ou bróculos?

ver mais

Jogo dos erros

Oleiros

Aspetos Geográficos
O concelho de Oleiros, do distrito de Castelo Branco, localiza-se na Região Centro (NUT II), no Pinhal Interior Sul (NUT III) e ocupa uma área de cerca de 470 km2 e abrange 12 freguesias: Álvaro, Amieira, Cambas, Estreito, Isna, Madeirã, Mosteiro, Oleiros, Orvalho, Sarnadas de S. Simão, Sobral e Vilar Barroco.
O concelho encontra-se limitado a este pelo concelho de Castelo Branco, a nordeste por Fundão, a sudoeste por Sertã, a oeste e sudoeste por Pampilhosa da Serra (distrito de Coimbra) e a sul por Proença-a-Nova.
Brasão do concelho de Oleiros
Vista sobre Oleiros
O concelho apresentava, em 2005, um total de 6309 habitantes.
O natural ou habitante de Oleiros denomina-se oleirense.
Possui um clima mediterrânico, com cerca 80 a 100 dias biologicamente secos. Durante o verão, a temperatura média varia entre os 28 ºC e os 30 ºC. No inverno, as temperaturas são relativamente baixas.
Nos recursos hídricos, destaca-se a passagem do rio Zêzere, a cascata do Zêzere, denominada de Água Alta (com 25 m de altura) e a ribeira de Sertã.
O edificado estende-se a nordeste da serra do Muradal, está rodeada por quatro colinas, tendo cada uma no seu alto uma capela, a do Espírito Santo, a de Santa Margarida, a de Nossa Senhora das Candeias e a de São Sebastião.
História e Monumentos
A presença humana nestas terras remonta à Pré-História segundo vestígios encontrados, nomeadamente vestígios castrejos, encontrados e localizados no Cabeço Mosqueiro e na Cabeça Murada.
No século XII, foi doada por D. Sancho I à Ordem do Hospital e no século XIV seria uma das 12 vilas pertencentes ao Priorado do Crato.
Em 1513, D. Manuel outorgou-lhe foral.
A nível do património arquitetónico, destaca-se a igreja matriz, do século XVI, cuja capela-mor está revestida de azulejos azuis e brancos do século XVIII e cujo altar possui azulejos hispano-árabes; a Igreja da Misericórdia, também do século XVI e que sofreu alterações em 1714.
No concelho existe ainda uma série de capelas geralmente encimadas em montes ou cabeços, como a Capela do Espírito Santo, a de São Sebastião, a da Senhora Mãe dos Homens e a Capela de Nossa Senhora das Necessidades.
Tradições, Lendas e Curiosidades
As manifestações populares e culturais no concelho são diversas, sendo de destacar a festa de Santa Margarida, realizada no segundo domingo de agosto; a da Senhora da Saúde, no segundo domingo depois da Páscoa; a festa de Santo António, a 13 de junho; a festa de S. Sebastião, a 23 de janeiro; a Feira dos Santos, no dia 1 de novembro; e a Feira de março, a 25 de março.
No artesanato, são típicos os produtos de tanoaria e a tecelagem de linho, sendo de referir que na freguesia do Estreito, na serra do Muradal, persiste a tradição da criação de bicho-da-seda, sendo o fio usado para a confeção de cercaduras nas toalhas de linho.
Persiste ainda a tradição do uso de lagares de azeite artesanais, designados lagares de varas.
Economia
No concelho predomina o setor secundário (48,4% do total de empresas sediadas no concelho). As indústrias mais importantes são as de transformação de madeira, serralharia civil, construção civil, fabrico de brinquedos, pirotecnia e reparação automóvel.
O setor terciário tem um peso ligeiramente inferior ao secundário, tendo contudo uma importância significativa na economia concelhia, com 43% das empresas aí sediadas, nomeadamente na hotelaria e pequeno comércio.
O setor primário tem um peso menor. A atividade agrícola abrange uma área de 2678 ha, sendo as principais culturas o olival, a horta familiar, os prados temporários, culturas forrageiras, os cereais para grão e a vinha.
Na pecuária, destaca-se a criação de aves, nomeadamente de galinhas poedeiras e reprodutoras, de caprinos e suínos.
Partilhar
Como referenciar
Porto Editora – Oleiros na Infopédia [em linha]. Porto: Porto Editora. [consult. 2022-07-02 03:37:48]. Disponível em

Livros & Autores

Baiôa sem data para morrer

Rui Couceiro

O Dicionário das Palavras Perdidas

O Crespos

Adolfo Luxúria Canibal

Bom português

puder ou poder?

ver mais

tras ou traz?

ver mais

a folha foi impressa ou imprimida?

ver mais

desfrutar ou disfrutar?

ver mais

caibo ou cabo?

ver mais

extrema ou estrema?

ver mais

brócolos ou bróculos?

ver mais

Jogo dos erros