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Podem Chamar-me Eurídice

Dedicado ao escultor assassinado José Dias Coelho, reflete, segundo o prefácio do autor à segunda edição (Lisboa, Seara Nova, 1974), "uma experiência de vida dos anos 50, [...] que tem subjacente como que a vocação imperiosa para o cumprimento de ideais de solidariedade humana e de lutas generosas". Livro escrito com "dor e confiança" (ibi., id.), em Podem chamar-me Eurídice, Orlando da Costa retoma o mito órfico como suporte mitológico de uma história de amor que tem como contexto histórico a vivência da clandestinidade e a repressão da subversão universitária dos anos 60.
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Como referenciar
Porto Editora – Podem Chamar-me Eurídice na Infopédia [em linha]. Porto: Porto Editora. [consult. 2022-09-26 01:37:25]. Disponível em

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