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Poesia Incompleta

A coletânea Poesia Incompleta, publicada por Mário Dionísio em 1966, inclui os seguintes títulos, alguns dos quais inéditos: Poemas (1941); As Solicitações e Emboscadas (1945); Dispersos no Tempo; O Riso Dissonante (1950); O Silêncio Voluntário; e Memória Dum Pintor Desconhecido (1965). No "antiprefácio" que a precede define poeta como um indivíduo que possui um tipo de sensibilidade que o impele para a expressão estética " - para dá-la ou para recebê-la e, recebendo-a, recriá-la, obedecendo a uma necessidade interior, latente, irrecusável" e explica o título da coletânea, a partir de uma ideia de poesia onde o "acabamento é em si mesmo destruição constante do que um instante só se julga pronto, um manter e estimular em nós do que em nós e em tudo o que vive é sedutoramente incompleto". Aproveita também para desfazer alguns equívocos sobre a criação estética neorrealista, como os pressupostos de que seria um movimento unicamente interessado na descrição e denúncia do homem social, alheio às dolorosas contradições do ser humano, à sua verdade íntima, bem como às revoluções linguísticas e estilísticas da modernidade. Com efeito, fiel, desde 1941, à conversão pessoal que o levou "do isolamento da beira do cais ao encontro e caminho com todos os homens nas estradas do mundo" (cf. "Nota" da 1.a ed. de Poemas), a evolução do discurso poético do autor de "Arte Poética" faz-se mais em termos de uma aquisição de processos e renovação de temas do que do questionamento ideológico de um sujeito poético que estará "sempre lá fora": "Nada da tua alegria poderá apagar em mim/ a angústia dos outros - fim e princípio de tudo quanto sou./ Nada poderá distrair-me/ dos gritos lá de fora enchendo as ruas de braços e de bocas dolorosas."
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Como referenciar
Porto Editora – Poesia Incompleta na Infopédia [em linha]. Porto: Porto Editora. [consult. 2022-09-25 06:27:23]. Disponível em
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