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Revoltas Anti-Holandesas do Brasil

De todos os estrangeiros que tentaram explorar o Brasil, entre franceses, ingleses e holandeses, foram estes últimos os que mais ameaçaram a soberania portuguesa no território e a liderança económica. Começaram o ataque ao Brasil em 1598 e o reino governado por Filipe I tinha pouco poder para fazer face a estes ataques. O auge da conquista holandesa ocorreu a partir de 1620, visando sobretudo os territórios do Nordeste.
Com a subida ao trono de D. João IV, a decisão foi preterir a exploração da Índia em favor do Brasil e por isso impunha-se a urgência de expulsar os inimigos holandeses que se apoderaram de boa parte do território brasileiro. Assim, a iniciativa de luta contra os invasores parte dos colonos, descontentes com a sua atitude religiosa e com a queda do preço do açúcar em Amesterdão.
A primeira derrota dos holandeses ocorreu em Tabocas, no Recife, em 1645, graças à ação dos colonos e à ajuda que veio de Lisboa com o envio de uma armada. Esta já anteriormente tinha entrado em ação quando os holandeses conquistaram a Baía, Olinda e o Recife, embora sem sucesso pela acumulação de desastres. Sob D. João IV, e devido ao novo apetrechamento da Armada Real, alcançou-se a vitória de 1645 e as seguintes com a ajuda da Armada da Companhia Geral do Comércio do Estado do Brasil. Portugal reconquistou Olinda em 1648 e entre 1648 e 1649 os holandeses seriam derrotados na batalha de Guararapes.
A revolta começou em 1644 e Portugal saiu vitorioso no seu termo em 1654.
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Como referenciar
Porto Editora – Revoltas Anti-Holandesas do Brasil na Infopédia [em linha]. Porto: Porto Editora. [consult. 2022-07-04 16:39:34]. Disponível em

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