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Santa Justa

Virgem e mártir de Sevilha (?-300/6). A sua história é associada à da sua irmã Santa Rufina, ambas filhas de um oleiro andaluz, que ganhava a vida a vender louça de barro no mercado. Como recusaram ambas prestar homenagem ao deus Adónis e oferecer sacrifícios a Vénus, as suas louças foram quebradas, Santa Justa foi torturada e morta sobre a roda e Santa Rufina foi estrangulada. Santa Justa é a patrona de Sevilha e de Burgos e as suas relíquias foram guardadas no mosteiro de Las Huelgas. Ambas as santas foram escolhidas como patronas dos oleiros de Montauban, tendo-lhes sido dedicada a igreja de Prats-de Mollo, em Roussillon. Santa Justa é representada com artefactos de barro nas mãos, com pedaços partidos dos ídolos espalhados aos pés. A sua imagem está representada na torre do antigo minarete de Sevilha, a Giralda, que Santa Justa e Santa Rufina terão protegido contra um raio em 1504. Venera-se a 17 de julho.
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Como referenciar
Porto Editora – Santa Justa na Infopédia [em linha]. Porto: Porto Editora. [consult. 2022-07-01 23:36:21]. Disponível em

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