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Tomaz Kim

Poeta, tradutor e ensaísta literário angolano, de nome completo Joaquim Fernandes Tomaz Monteiro-Grillo, nascido a 2 de fevereiro de 1915, em Lobito, e falecido a 24 de janeiro de 1967, em Lisboa.
Fez os estudos primários em Cape Town e o ensino secundário em Lisboa. Estudou Engenharia em Londres, mas, regressado a Portugal, licenciou-se em Filologia Germânica pela Faculdade de Letras de Lisboa, onde foi leitor de Inglês e professor de Literatura Inglesa. Especializou-se depois nessa área em diferentes universidades do Mundo, tendo recebido formação de pós-graduação em Oxford, Heidelberg, Bona e Göttingen.
Com Ruy Cinatti e José Blanc de Portugal, fundou e dirigiu, na sua primeira fase, Cadernos de Poesia, publicação eclética, editada em Lisboa, em 1940, e que, sob o emblema "Poesia é só uma", apresentava como objetivo "arquivar a atividade da poesia atual sem dependência de escolas ou grupos literários, estéticas ou doutrinas, fórmulas ou programas". Colaborou também em diferentes periódicos como Atlântico, Aventura, Presença e Graal.
A sua poesia, juntamente com a de Ruy Cinatti, inaugura um lirismo "depurado e um pouco hermético", no dizer de Jorge de Sena, mas é uma poesia "elíptica e oblíqua, dada todavia numa expressão muito direta".
Escritos e editados no decurso da Segunda Guerra Mundial, os seus primeiros volumes de poesia relevam de um compromisso com a História que não se traduz em termos de empenhamento social, mas da articulação entre a exigência ética e uma escrita condicionada pelo perigo apocalíptico que o conflito mundial traduzia. A tradução de poetas ingleses, nomeadamente T. S. Elliot, e a convivência com a cultura e língua inglesas justificam a sintaxe elíptica que caracteriza a sua escrita.
Destacam-se na sua obra: Em Cada Dia Se Morre, Os Quatro Cavaleiros, Dia da Promissão e Exercícios Temporais.
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Como referenciar
Porto Editora – Tomaz Kim na Infopédia [em linha]. Porto: Porto Editora. [consult. 2022-10-07 20:26:09]. Disponível em
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