Alberto Bastos
Poeta português, Alberto Tavares Bastos nasceu em 1948, na freguesia de Castelões, em Vale de Cambra.
Começando por tirar o bacharelato em Educação Física pelo ISEF (Instituo Superior de Educação Física), fez, mais tarde, um curso de Publicidade e Marketing, tornando-se responsável pela área de publicidade e marketing numa metalúrgica de Vale de Cambra. Reparte a sua atividade profissional com as coisas lúdicas, como a escrita e o teatro.
O gosto pela escrita atingiu-o desde muito novo, tendo começado por publicar alguns dos seus poemas em jornais, boletins e revistas.
Homem ligado à comunidade, é muitas vezes solicitado para animar encontros de poesia, juntamente com outros poetas populares da terra.
O "bichinho" do teatro tem-no ele também agarrado, escrevendo pequenos textos dramáticos (não editados) que são representados, sob a sua orientação, como encenador e autor, por "gente" que consegue cativar. Assim, é conhecida a sua participação nos "antigos Carnavais de Castelões", no Externato Cambrense, no Colégio dos Carvalhos, na Queima das Fitas, no Teatro de Gavião, na A.C.R. (Associação Cultural e Recreativa) e na A.P.D.C. (Associação Para o Desenvolvimento de Castelões).
Atualmente, dirige um grupo de teatro associativo ligado à A.P.D.C.
Tendo o grau de bacharel, na área de Educação Física, é adepto do atletismo e usa a corrida como forma de manter a saúde do corpo e da alma.
Em 1999, publicou, em edição da Câmara Municipal de Vale de Cambra, o livro de poemas Bailam Flores, ilustrado por Honório Rodrigues e Joana Rodrigues. Coletânea de toda a sua poesia desde os anos 60, nela encontramos uma temática variada que constrói, contudo, uma unidade, através de um leit-motiv comum - a liberdade. A ditadura, a guerra colonial, o 25 de abril, o amor contra as desigualdades sociais e as injustiças, o amor ao Vale são, de facto, temas recorrentes que projetam as emoções e os conflitos interiores de um sujeito poético profundamente relacionado com os elementos determinantes da condução humana.
Conhecido e reconhecido no meio cultural da região, Alberto Bastos é um dos poetas antologiados no volume de poesia intitulado Poesia da Nossa Terra e editado pela Junta de Freguesia de S. Pedro de Castelões.
Em 2000, em edição do autor, patrocinada, edita o segundo livro de poesia - Um Grito na Noite dos Tempos.
Com ilustrações de José Santos, este livro é dedicado "Às vítimas da guerra e a todos os que suportaram a dor e os traumas em defesa do seu ideal de verdade, humanismo e liberdade". Reflexo do "sentir" vivenciado do "eu", num espaço que não é o da passividade, mas antes o da revolta, o título, Um Grito na Noite dos Tempos, comporta em si mesmo a totalidade da mensagem.
Começando por tirar o bacharelato em Educação Física pelo ISEF (Instituo Superior de Educação Física), fez, mais tarde, um curso de Publicidade e Marketing, tornando-se responsável pela área de publicidade e marketing numa metalúrgica de Vale de Cambra. Reparte a sua atividade profissional com as coisas lúdicas, como a escrita e o teatro.
O gosto pela escrita atingiu-o desde muito novo, tendo começado por publicar alguns dos seus poemas em jornais, boletins e revistas.
Homem ligado à comunidade, é muitas vezes solicitado para animar encontros de poesia, juntamente com outros poetas populares da terra.
O "bichinho" do teatro tem-no ele também agarrado, escrevendo pequenos textos dramáticos (não editados) que são representados, sob a sua orientação, como encenador e autor, por "gente" que consegue cativar. Assim, é conhecida a sua participação nos "antigos Carnavais de Castelões", no Externato Cambrense, no Colégio dos Carvalhos, na Queima das Fitas, no Teatro de Gavião, na A.C.R. (Associação Cultural e Recreativa) e na A.P.D.C. (Associação Para o Desenvolvimento de Castelões).
Atualmente, dirige um grupo de teatro associativo ligado à A.P.D.C.
Tendo o grau de bacharel, na área de Educação Física, é adepto do atletismo e usa a corrida como forma de manter a saúde do corpo e da alma.
Em 1999, publicou, em edição da Câmara Municipal de Vale de Cambra, o livro de poemas Bailam Flores, ilustrado por Honório Rodrigues e Joana Rodrigues. Coletânea de toda a sua poesia desde os anos 60, nela encontramos uma temática variada que constrói, contudo, uma unidade, através de um leit-motiv comum - a liberdade. A ditadura, a guerra colonial, o 25 de abril, o amor contra as desigualdades sociais e as injustiças, o amor ao Vale são, de facto, temas recorrentes que projetam as emoções e os conflitos interiores de um sujeito poético profundamente relacionado com os elementos determinantes da condução humana.
Conhecido e reconhecido no meio cultural da região, Alberto Bastos é um dos poetas antologiados no volume de poesia intitulado Poesia da Nossa Terra e editado pela Junta de Freguesia de S. Pedro de Castelões.
Em 2000, em edição do autor, patrocinada, edita o segundo livro de poesia - Um Grito na Noite dos Tempos.
Com ilustrações de José Santos, este livro é dedicado "Às vítimas da guerra e a todos os que suportaram a dor e os traumas em defesa do seu ideal de verdade, humanismo e liberdade". Reflexo do "sentir" vivenciado do "eu", num espaço que não é o da passividade, mas antes o da revolta, o título, Um Grito na Noite dos Tempos, comporta em si mesmo a totalidade da mensagem.
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Como referenciar
Alberto Bastos na Infopédia [em linha]. Porto Editora. Disponível em https://www.infopedia.ptartigos/$alberto-bastos [visualizado em 2026-06-09 23:15:20].
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